terça-feira, 31 de maio de 2011

E AGORA?

  " Desde pequeno eu via coisas estranhas na TV:
    -Tarzan corria pelado.
   -Cinderela chegava em casa à meia noite.
  -Aladim era ladrão.
  -Batman dirigia a 320 km/h
  -Pinocchio mentia.
  -Salsicha(Scooby-Do)tinha voz de maconheiro,via fantasma e conversava com cachorro.
  -Olivia palito tinha bulimia.
  -Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão.
  Foram os exemplos que eu tive.Agora pedem para eu me comportar? "

segunda-feira, 30 de maio de 2011

DESCOMPLICAÇÃO


>> "Viver não é esperar a tempestade passar... é aprender como
> dançar na chuva."
>
> Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma –
> para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de
> hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas:
> descomplicar. Depois de infinitas (e imensas)
> conquistas, acho que está passando da hora de
> aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos
> outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos,
> carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.
> Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para
> chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos –
> e merecemos – ter.
>
>
> Mas há outras palavras que não podem faltar no kit
> existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo.
> Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa
> energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as
> amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão
> bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas.
> Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que
> a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar
> uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já
> nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele.
> Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por
> mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se
> que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o
> celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só
> uma boa amizade consegue proporcionar.
>
>
> E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao
> seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do
> cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar,
> nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana,
> duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e
> a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos
> permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão
> importante, entender melhor os próprios sentimentos,
> reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é
> preciso.
>
>
> Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para
> o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve
> a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e
> amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia
> a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora,
> preste atenção na conversa de duas crianças, marque um
> encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer
> coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura
> nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
>
>
> Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em
> regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias.
> Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro
> feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas
> mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar
> contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando
> para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e
> inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de
> alface e seu chá verde sozinha.
>
>
> Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por
> outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos
> 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar
> roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é
> infinitamente mais importante do que saber se vestir.
> Resgate aquele velho exercício que anda esquecido:
> aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como
> você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila
> do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no
> supermercado, na academia.
>
>
> E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que
> deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar.
> Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de
> semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a
> promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um
> dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está
> beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer
> acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre
> que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos
> relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de
> manobra: use-o para reinventar a si mesma.
>
>
> E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu
> Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres
> interessantes inclui fragilidades, inseguranças,
> limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe
> perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que
> sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de
> sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem
> celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam,
> bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são
> mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como
> imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca
> foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da
> bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão
> sonhada felicidade fica muito mais possível."
(DESCONHEÇO O AUTOR)
>
"A maturidade nos permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade e querer com mais doçura" 

sábado, 28 de maio de 2011

"Se não quiser adoecer...

...Fale de Seus Sentimentos.
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos “segredos”, nossos erros... O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia!

....Tome Decisões.
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

...Busque Soluções.
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Prefere a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

...Não Viva de Aparências.
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... Uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.


...Aceite-se
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

...Confie.
Quem não confia não se comunica não se abre não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

...Não Viva Sempre Triste.
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia!"

"...afinal de contas,nós humanos sempre fomos assim: metade nostalgia do passado, metade ânsia do futuro."(Letícia Wierzchowski)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Como estamos na "Era Digital".
Foi necessário rever os velhos ditados existentes, e adaptá-los à nova realidade.



1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. A arquivo dado não se olha o formato.
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Hacker que ladra, não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
10. Mouse sujo se limpa em casa.
11. Melhor prevenir do que formatar.
12. Quando um não quer, dois não teclam.
13. Quem clica seus males multiplica.
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...
16. Quem não tem banda larga, caça com modem.
17. Quem semeia e-mails, colhe spams.
18. Quem tem dedo vai a Roma.com
19. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
20. Diga-me que computador  tens e direi quem és.
21. Uma impressora disse para outra: - Essa folha é sua ou é impressão minha.
22. Aluno de informática não cola, faz backup.
23. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... E depois se cola.
 

 

 

 
* * *

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CALAR OS SABIÁS

Publicado no Jornal NH,de hoje,18/05/11,na coluna de João Carlos Ávila,comentarista político,sobre pedidos absurdos que são feitos á prefeitura:" ...pois pasmem,tem gente querendo calar os sabiás.....Alegam que a cada ano eles cantam mais cedo,impedindo o sono das pessoas.E o mais incrível:as solicitações vêm de diversos bairros da cidade"
MEU COMENTÁRIO:
Numa realidade em que se envenenam nove árvores de 20 anos,para receber autorização de corte;em que crianças são esquecidas no carro ou jogadas de uma janela do alto;em que,seu valor é medido por sua conta bancária e seu novo carro....calar os sabiás meu amigo....não é nada!Por favor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!E o mais incrível que as solicitações vem de mais de um bairro.Não tenho palavras para expressar minha indignação.Uma pessoa que pensa assim,tem pedra no lugar do coração.Vou me calar,ou melhor....será que não seria bom calar o sorriso das crianças....o latido dos cachorros,o miado dos gatos....e o grunhido desses que pensam ser gente,mas nem para animais servem,não são dignos!

terça-feira, 17 de maio de 2011

BREAK PUBLICITÁRIO: A Importância das redes sociais para as marcas

  Evento aconteceu hoje,não gostei.
  Palestrante despreparado,apresentou vídeos em ingles,sem tradução,para um público que ,com certeza ,tinha um mínimo de pessoas com conhecimento no idioma.
  Algumas pessoas podem ter muito conhecimento de um assunto,mas não sabem passar isso para um público ao vivo,falando.Deve existir um respeito com esse público,então,se não sabe palestrar,não palestre,use outra estratégia.
  É a minha opinião.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

GRENAL

   O jogo foi muito bom,respeito,jogadores mostrando futebol e não só interesse em um título.
   Nunca concordei com final de campeonato por penaltis,tem de ganhar no jogo,mas as regras são essas,então,fazer o que!
   Parabéns aos jogadores,colorados e gremistas.
   Não pude comemorar mais um título,mas comemoro o esporte em si,que foi de nível ontem.
   E vamos em frente!

sábado, 14 de maio de 2011


A PERMANENCIA É UMA ILUSÃO.SOMENTE A MUDANÇA É REAL.É IMPOSSÍVEL PISAR DUAS VEZES NO MESMO RIO.
(HERÁCLITO) 

Você, amigo de si mesmo, por Abrão Slavutzky*

  • Você, amigo de si mesmo, por Abrão Slavutzky*

    De vez em quando, convém parar e perguntar: estamos nos tratando bem?

    Acertar a relação consigo mesmo implica aceitar-se, e este é o maior desafio da existência. A tarefa não é fácil pois todos temos conflitos, sintomas e angústias. Menos mal, quando todo este caldeirão pulsional de intensos desejos se manifesta através dos pesadelos, que são formas de aliviar as culpas e as dívidas imaginárias. Despertamos angustiados, mas tudo não passou de um sonho. O terrível é quando ocorre a passagem aos atos auto-destrutivos, que revelam a fragilidade do desamparo.

    O desamparo faz parte do cotidiano da psicanálise. Ele é mais intenso nos que se sentem perdedores no competitivo jogo da vida. Um dos caminhos para enfrentá-lo é o masoquismo, no qual quem sofre tem na submissão seu frágil amparo. Então ocorrem os mal tratos, e nem toda a bibliografia de auto-ajuda pode ser útil. Quando tudo isso se apresenta como um obstáculo incontornável, ainda se pode contar com os tratamentos psi, que, se não curam (o que é mesmo a cura?), pelo menos ajudam. Felizmente, há os que conseguem sair da passividade da dor e buscam caminhos criativos, deixando assim de serem sofredores crônicos. Há quem se salve dessa situação porque aprende que vale a pena se associar, casar, estabelecer amizades. Tudo isso é fácil de escrever, mas uma odisséia para atingir.

    Sempre é tempo de metamorfose. O importante é não desperdiçar os momentos de liberdade, gozar o entusiasmo de uma mesa compartida, uma caminhada entre árvores, a alegria de um abraço. Tudo pode começar pela diminuição das queixas e pelo aumento da gratidão a todo o trigo que recebemos. Pare de olhar com lente de aumento o joio inevitável que vem junto. Convém não desanimar e ser persistente na busca de como ser amigo de si mesmo. Pois esta aventura vale a pena – uma aventura mais excitante do que conquistar o Everest.
  • *Psicanalista

  •  

quarta-feira, 11 de maio de 2011

"Feliz é aquele que sabe
ao certo o que procura
pois quem não sabe o que procura
não vê o que encontra"
Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção! O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será  a mesma coisa que irá colher!!

AMIZADE

A amizade surge nos mais inesperados momentos....num olhar de curiosidade,num abraço de boas vindas,em palavras proferidas ao acaso ou não.Até no silencio oportuno surge a amizade.
mas em tudo, o que vale mesmo, o que persevera é o olhar, o abraço, a palavra...em todos os momentos da história de uma amizade: nos bons momentos e nos nem tão bons assim.
Se você está hoje,rodeado de amigos,isso não tem preço!
Se está sozinho,há de se perguntar  por que?Pois só não tem amigos quem está caminhando sem olhar para os lados de sua vida.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Li em algum lugar e gostei

 Fica  então o ensinamento de que a dor pode ser inevitável , mas o sofrimento é opcional.(do blog de Paulo Tamburro)

domingo, 8 de maio de 2011

                    OPTAR POR UM FILHO,É DECIDIR EM DADO MOMENTO TER SEU CORAÇÃO CAMINHANDO FORA DO CORPO PARA SEMPRE.(ELISABETH STONE)

                   Sempre achei que essa frase expressa o que realmente é ser mãe.Não precisa dizer mais nada.

sábado, 7 de maio de 2011

A morte de Osama bin Laden gera indagações e suspeitas. Se o chefe dessa poderosa base planetária de terror, a Al-Qaeda, foi localizado nos mínimos detalhes e estava desarmado no quarto de dormir, por que não foi capturado vivo e içado ao imenso helicóptero que pairou sobre sua casa?

Preso, seria levado a um tribunal internacional e acusado publicamente por seus crimes. Teríamos, então, uma exposição do horror a servir de exemplo para jamais repetir-se.

No século 20, ao julgar os chefes da Alemanha nazista, o Tribunal de Nuremberg fez o genocídio europeu aparecer na profundidade da sua perversão. Em 1945, os russos, norte-americanos e ingleses (vencedores da II Guerra Mundial) poderiam ter eliminado os chefes nazistas e seus asseclas, mas preferiram levá-los à execração da História, antes de exibir suas cabeças numa bandeja.

Em 1960, o grupo do serviço secreto de Israel que localizou Adolf Eichmann, num subúrbio de Buenos Aires, poderia tê-lo eliminado ali mesmo e o mundo entenderia o significado da execução do homem que chefiou o “programa” de Hitler para varrer a “escória judaica da face da Terra”. O mais difícil foi transportar o criminoso, incógnito, a Israel. Era fundamental julgá-lo, porém, dando-lhe até o direito de defesa, para que seu próprio depoimento emoldurasse o crime repugnante e abjeto.

Agora, se capturado vivo, Bin Laden poderia ser julgado até nos EUA, onde não lhe faltam acusações após os atentados de 11 de setembro de 2001. Ele foi morto, porém. Ou, se preferirem, assassinado, junto com uma de suas mulheres. O mundo já não saberá como formou a Al-Qaeda, nem quem o incitou a armá-la com a fanática fúria do fundamentalismo islâmico.

Como nação, os EUA não poderiam se expor a julgá-lo em público. Ele seria um réu perigoso e explosivo. Contaria que a CIA e o Pentágono instruíram, formaram e armaram os grupos de terror com que ele combateu os soviéticos no Afeganistão, nos anos 1980. Assim, ao ser educado pela CIA e conhecer suas artimanhas, ele pôde fugir da própria CIA ao longo de 15 anos, antes ainda dos atentados de 2001.

Com Osama morto, nos privamos de saber de suas antigas intimidades com os EUA, de quando recebia armas sofisticadas do Pentágono. E de como a CIA armou e treinou os fanáticos do Talibã, no Afeganistão, e os ensinou, no poder, a destruir tudo, até monumentos milenares encravados na montanha.

Com Osama morto, não saberemos detalhes de como a família Bin Laden (seus meios-irmãos e primos) mantinha sociedade com George Bush, filho, e o ex-vice-presidente Dick Cheney em milionários negócios de petróleo, mundo afora.
Nem saberemos por que o garoto mimado rebelou-se contra os que o mimavam. Jamais saberemos se, como se diz, após a expulsão soviética do Afeganistão, Osama tentou obter apoio da CIA para derrubar a ditadura da família Saud na Arábia Saudita. E que, como os EUA preferiram seguir com o velho aliado (mesmo corrupto e sanguinário), Osama rompeu com seus protetores em Washington. Nessa época, ele já não era megamilionário e perdera tudo ao ter os olhos postos na derrubada dos Saud na Arábia de igual nome.

Nessa nebulosa, ele foi morto. Na demência do terror islâmico há, na certa, vários Osamas, como na literatura da Inglaterra do século 16 houve vários Shakespeares, diferentes apenas em nuances. Mais difícil, porém, é distinguir bombas do que poemas e, nas ciladas da História, resta indagar, agora, com que pretextos os EUA criarão novos Afeganistãos e novos Iraques.*Jornalista e escritor
06 de maio de 2011 | JORNAL ZERO HORA

DAVID COIMBRA

  • A derrota do campeão da Civilização

    Os Estados Unidos são o auge da Civilização. Em nenhum lugar ou tempo da História, o homem atingiu a sofisticação na defesa dos direitos humanos como nos EUA do século 21. Quando Robespierre, Danton e Marat lideraram a Revolução Francesa e derrubaram a monarquia, os ideais de igualdade, liberdade e fraternidade já guiavam os EUA. Quando o mundo estava indeciso entre o racismo maquiado de darwinismo e a democracia, os Estados Unidos atravessaram o oceano como campeões da liberdade, empurraram os Aliados à vitória na II Guerra e, depois, tomaram a Europa pela mão e a conduziram pelo bom caminho da garantia dos direitos do indivíduo.

    É bem verdade, também, que nos Estados Unidos o próprio governo se empenhou em massacrar os índios, que à margem dos lagos do Tennessee foi criada a Ku Klux Klan e que volta e meia algum nerd invade uma escola e fuzila os colegas porque a loirinha chefe de torcida não lhe deu bola, mas o que importa não são as crueldades e as injustiças de uma sociedade, que todas as sociedades têm crueldades e injustiças. O que importa é o quanto a sociedade é hipócrita.

    Quanto mais hipocrisia, melhor.

    A hipocrisia salva o homem da maioria das iniquidades que o homem gostaria de impingir ao seu próximo. Se uma sociedade tem baixos índices de hipocrisia, ela tem seguramente altos índices de perversidade. Muitos homens gostariam de encerrar suas mulheres em casa e só permitir que saíssem debaixo de um lençol preto. No Ocidente democrático, os homens não admitem isso. São hipócritas, o que é ótimo. Em alguns países do Oriente, eles não apenas admitem como FAZEM isso. São sinceros, o que é péssimo.

    No Brasil houve tortura, sabe-se. Isso é péssimo. Mas o governo jamais reconheceu a tortura oficialmente. Isso é ótimo. Se a tortura fosse reconhecida, nem sequer poderia ser recriminada.

    O que se poderia dizer do confronto Bin Laden versus EUA? Era o Terror contra uma democracia legítima, o obscurantismo contra as luzes, o fanatismo religioso contra o racionalismo laico. Nenhuma pessoa sensata “torceria” por Bin Laden, portanto. Por ele não torciam nem os países islâmicos que nenhuma simpatia têm pelos Estados Unidos, e a prova disso é que, durante 10 anos, Bin Laden peregrinou pelo Oriente Médio tentando mobilizar as massas para a sua causa. Não conseguiu. Bin Laden, a despeito de ter mudado o mundo com um lance de maligna ousadia, fracassou em quase todos os seus objetivos.

    Assim, a captura de Bin Laden pelos EUA deveria mesmo ser motivo de júbilo no Ocidente democrático. Mas a forma como Bin Laden foi capturado... O informante que levou os americanos até ele foi torturado em Guantánamo. Depois disso, forças especiais dos Estados Unidos invadiram o território do Paquistão sem aviso prévio. Finalmente, Bin Laden foi assassinado sem ter sequer uma faca de cozinha para se defender. Todas essas ações foram admitidas pelos americanos, e o resultado delas foi festejado nas ruas. Tortura, invasão, assassinato. Os Estados Unidos não foram hipócritas, dessa vez. Foram bestialmente francos. Isso é o mais preocupante. Quando falta hipocrisia, falta o cimento da Civilização.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

CRIANÇA MORRE DENTRO DO CARRO ESQUECIDA PELO PAI POR CINCO HORAS(NOVO HAMBURGO,05/05/11)

              Acho que não existe palavra para descrever o que se sente com essa tragédia!À que ponto chegamos,como ser humano,de uma vida tão doida,tão materialista,tão consumista,tão desumana....que se esquece de um filho no carro!
             Quanta dor para acompanhar esse pai,por toda sua vida.Quanta dor para acompanhar essa mãe,por toda sua vida.Que Deus na sua Infinita Bondade,olhe por eles.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

             "É COM ALGUMAS GOTAS DE AMOR QUE MÃES DEDICADAS ABREM PORTAS EMPERRADAS DOS CORAÇÕES CONFIADOS A SUA GUARDA"
"    A inteligencia sem amor,te faz perverso.
     A justiça sem amor,te faz implacável.
    A diplomacia sem amor,te faz hipócrita.
   O êxito sem amor,te faz arrogante.
   A riqueza sem amor,te faz avaro.
   A docilidade sem amor,te faz servil.
   A pobreza sem amor,te faz orgulhoso. 
   A beleza sem amor,te faz ridículo.
   A autoridade sem amor,te faz tirano.
   O trabalho sem amor,te faz escravo.
   A simplicidade sem amor,te deprecia.
   A oração sem amor,te faz introvertido.
   A lei sem amor,te deixa egoísta.
   A fé sem amor,te deixa fanático.
   A cruz sem amor,se converte em tortura.
   A vida sem amor...não tem sentido."           

terça-feira, 3 de maio de 2011

NÃO EXISTE PACIÊNCIA (Fabrício Carpinejar,Edição Jornal zero Hora,03/05/11

"Pode confiar na mulher que nunca joga fora o xampu qdo.termina.porque nunca acha que termina.
São vários potes no box do banheiro.Uma milícia de cheiros.Alguns virados para facilitar a saída desesperada da fragrância.
Um homem,diante daquela lágrima de cisne,não teria piedade e colocaria no lixo.
Não sem razão.É uma sobra simbólica que apenas se mexeria colocando água.Uma massa imóvel,que mal treme.O conteúdo não presta nem para dois enxágues.Para chorar um pouco no pulso,depende de tapas na bunda do pote.Todo xampu velho é um bebê nascendo.
Mas ela não descarta.Pensa que aquilo que não perfuma seus cabelos,é ainda capaz de perfumar suas mãos.
Permanece com a esperança de que um dia terá uma emergencia e ele será útil.Para seus olhos,nada está inteiramente morto,nada está inteiramente esgotado.
Contribuem para sua crença as brincadeiras de faz de conta na infãncia,a sopa de folhas,o refrigerante de terra.Não depende de muito para seguir vivendo,pede um mínimo de realidade;acostumada a sempre completar por sua conta.
Não existe paciência,somente fé.Mais da metade de um marido bom é imaginação feminina.
A mulher que não joga o xampu fora não jogará nenhum homem fora.A menos que ele esteja seco por dentro,acabado,sem nenhuma emoção para oferecer,consumido pelo silencio da esponja.Ela eliminará o sujeito de sua vida após várias tentativas,até se convencer de que ele não rende nem mais espuma.Nem mais passado.
o que me leva a concluir que quem pensa demais,não faz,não se arrisca,não se entrega.O pré-requisito é criado para impedir que mudanças aconteçam.
É necessário ser imaturo para amar,para engravidar,para juntar as tralhas e os pertences,construir uma casa em comum,e seguir ameaçado pelo humor do próximo.
merece o amor quem trabalha por ele,quem sofre por ele,quem não quis ser mais inteligente do que sensível,quem é absolutamente idiota para sacudir um pote de xampu já findo."

UM SOPRO DE LIBERDADE

Neste 3 de maio, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, há motivos para comemorar: a revolução nos países árabes representou um duro golpe para a censura e as restrições ao direitos de expressão e informação. Mas o planeta ainda convive com dezenas de casos de prisão e assassinato de jornalistas.
No dia 14 de janeiro, uma rebelião popular iniciada no mês anterior forçou o ditador da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, a renunciar e fugir do país, após mais de 23 anos de poder. Em fevereiro, foi a vez de o ditador do Egito, Hosni Mubarak, cair – e a chamada primavera árabe se estendeu pelo norte da África e pelo Oriente Médio, sacudindo regimes autoritários e ditaduras de nações como Líbia, Iêmen e Bahrein.

Hoje, no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, é possível comemorar um resultado importante das revoluções árabes: o irreversível ganho em liberdade de expressão – tanto para os cidadãos quanto para a mídia. Novos veículos de comunicação estão surgindo e muitos outros devem estar por vir. Os relatos que vêm da região comprovam, como tem ocorrido repetidas vezes ao redor do mundo, que a censura e o controle da informação servem ao interesse de poucos privilegiados, permitindo que os direitos humanos sejam ignorados e levando à impunidade e à corrupção.

Mas a livre expressão e o direito de se exercer o jornalismo são desrespeitados também em outros continentes: em 2010, 66 jornalistas foram mortos em todo o mundo – 20 dessas mortes foram registradas nas Américas. Outra forma de silenciar os repórteres é a prisão: no ano passado, 145 jornalistas foram presos, 43 somente no Oriente Médio e no norte da África (leia na página ao lado o relato de um jornalista tunisiano encarcerado).

Em muitos países, censura é rotina

O maior acesso à informação e o envolvimento das pessoas em decisões que afetam suas vidas são considerados passos essenciais para resolver os males que as afligem, incluindo o desemprego e a desigualdade. Além disso, a imprensa livre e responsável promove a transparência, fomenta o debate público e ajuda a assegurar que os governos deem atenção às preocupações e aspirações de seus cidadãos.

Todos no mundo árabe, inclusive os líderes atuais, reconhecem que uma mudança é necessária, urgente e não pode tardar. As reformas registradas até agora no Egito e na Tunísia são frágeis, mas promissoras – e, o mais importante, deram esperança a milhões de pessoas. A coragem dos jovens se manifestando na região em favor de seus direitos conquistou admiradores por todo o mundo. No entanto, essa juventude ficou chocada, por exemplo, com a detenção de um blogueiro egípcio por suas críticas aos militares, depois da queda de Mubarak. Eles estão, com razão, transtornados com notícias de prisões,desaparecimento e tortura de ativistas desde que o governo de transição, liderado por uma junta militar, foi formado. E eles veem sites que publicaram notícias sobre esses incidentes sendo bloqueados – e leis caducas sendo empregadas para silenciar os críticos.

Milhões de pessoas ao redor do mundo vivem em países onde o fluxo de informações é fortemente controlado, a censura faz parte da rotina e a liberdade de expressão é desencorajada ou reprimida. Isso tudo pode ser visto no Oriente Médio e no norte da África. Uma pesquisa recente indica que três em cada quatro pessoas nessas regiões vivem em áreas onde não há liberdade de imprensa alguma – e apenas uma em cada 20 tem acesso a uma imprensa totalmente livre. De acordo com o mais recente relatório sobre liberdade de imprensa feito pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, somente o Líbano figura entre os 80 melhores países. Irã, Síria e Iêmen estão entre os 10 piores colocados.

RELATO DE UM JORNALISTA APRISIONADO

Não é por acaso que Zine El Abidine Ben Ali monopolizou os três poderes da Tunísia. Seu último desejo era o de amordaçar o bem mais precioso dos tunisianos: a paixão por falar. Não havia mais gritarias dos terraços, somente o grunhido dos que não têm voz. Deixou de haver poesia, literatura e música. Os templos da palavra falada e escrita foram incinerados.

O que é um homem livre, um rebelde, senão um homem que protege sua própria liberdade de expressão? Como eu consegui me expressar sob o regime de Ben Ali? Me recusei a deixar que qualquer um interferisse em minha vida. Protegi meu poder de expressão de uma maré de cassetetes. Enquanto tiver expressão, eu sou.

Tenho orgulho de ter me expressado em uma prisão com grades humanas. Liberdade não tinha nada a ver com isso. Eu precisava de coragem. Não muita, só o essencial. O medo perseguia minhas palavras, minha lucidez. Eu tinha uma obsessão: preenchi meu diário com o que as pessoas comuns falavam. De quando em quando, mexia nelas para produzir um artigo, uma reportagem. Tenho orgulho de ser jornalista, uma profissão que não existia sob o comando de Ben Ali. Sou sobrevivente do naufrágio da palavra falada e escrita. Quando escrevia um artigo, meu espírito cantava. Talvez ele penetrasse na escuridão, nos caminhos bloqueados, e encontrasse o tesouro. É quando sinto a minha essência. Meu espírito olha sob a superfície, identifica as causas mais escondidas e expõe as consequências.

*Taoufik Ben Brik, crítico do ditador deposto Ben Ali, ficou preso sob acusações fabricadas para silenciá-lo.
TAOUFIK BEN BRIK* | Jornalista tunisiano

ARAR E ORAR

    "  Arar significa abrir sulcos,permitindo que a semente penetre no solo.
        Orar,por sua vez,significa abrir sulcos na intimidade da alma e do coração,para que as sementes da esperança,da coragem e da força,possam nele penetrar."

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Por que não vou colocar a foto de Bin Laden (nem de Obama) no meu perfil


Há algum tempo eu estava para escrever algo sobre um problema grave no seio do Islam. É sempre complicado falar sobre as nossas próprias feridas, sobre as brigas em casa, mas o assassinato de Bin Laden pelos americanos abriu a possibilidade. Nesse exato ...momento, assisto à vibração dos americanos, em frente à Casa Branca, pela morte de Bin Laden. O presidente Obama acaba de anunciar o feito, em tom de vingança, e a reação da população (ao menos mostrada na TV) é de euforia, como num evento esportivo. O ex-presidente Bill Clinton disse que a morte de Bin Laden é profundamente importante e uma forma de fazer justiça. Por sua vez, o primeiro-ministro britânico acabou de divulgar uma nota afirmando que a morte de Bin Laden trará mais tranqüilidade ao mundo. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o feito está inserido na luta daquelas nações que combatem o terror e defendem a democracia (com certeza, não devia estar se referindo a Israel). Primeiramente, é interessante observar como uma figura conseguiu construir tal identificação com o mal, transformando-se na sua própria personificação (ou como seus inimigos construíram essa identificação sobre ele). Porém, esse tema demandaria outro texto, talvez uma tese, e não deve ser tratado aqui. Sinceramente, não me encanta a reação dos americanos e de seus parceiros em relação à morte de Bin Laden. É uma reação tão irracional e egoísta quanto a dos extremistas islâmicos. Remete ao confronto de fundamentalismos denunciado por Tariq Ali. Não serei hipócrita, não vou dizer que a morte de Bin Laden também não soa para mim como um alívio (embora por motivos bem diferentes daqueles dos americanos), mas os EUA não tem o direito de fazer sua justiça com as próprias mãos à revelia de tudo e de todos (esse assassinato de Bin Laden, por exemplo, se deu no coração do território paquistanês, ferindo sua soberania, ainda que as autoridades do Paquistão tenham sido "avisadas", como foi divulgado). Tentando fazer uma leitura retrospectiva, apesar da proximidade quase imediata dos fatos, não consigo ver mocinhos e bandidos no confronto EUA x Al Qaeda. Os ataques às Torres Gêmeas foram violentos, mas a ação americana sempre foi parcial e desproporcional. Parcial porque, desde a 1ª Guera Mundial, nenhum outro país do mundo enviou seu exército a tantos lugares e causou tanto sofrimento como os EUA. Desproporcional porque apesar do espetáculo pirotécnico que foi a implosão das Torres Gêmeas, nada se compara com os anos de guerra e as milhares de mortes impostas ao povo do Iraque e do Afeganistão. É lamentável que a experiência dolorosa do atentado em Nova Iorque não tenha provocado nos americanos uma reflexão sobre o sofirmento causado pelos EUA mundo afora. De qualquer forma, o motivo central deste texto não é Bin Laden nem a impáfia americana. O fato é que foi sempre constrangedor assistir todos esses anos à retórica violenta e fanática de Bin Laden e de seus simpatizantes, inclusive aqui no Brasil, deturpando e manchando a imagem do Islam enquanto religião e civilização, numa confusão de conceitos, identidades e expectativas que só existe em suas cabeças. São pessoas despreparadas para o diálogo e, portanto, para atuar no campo religioso, mas que infelizmente encontram espaço e até mesmo recursos para difundir visões que, na verdade, são exteriores à realidade brasileira e não respondem às demandas dos muçulmanos brasileiros, nem propõem uma participação construtiva na sociedade brasileira. É lamentável, como muçulmano, ver a tradição religiosa e civilizatória do Islam ser reduzida a um conjunto de repetições mecânicas de atitudes e à memorização de citações decoradas e irrefletidas, sem nenhuma relação com vida real das pessoas, nem com suas necessidades espirituais. Urge que os muçulmanos brasileiros proponham pensar o Islam a partir de suas próprias demandas e de sua própria matriz cultural. Numa palavra, a partir de sua realidade. Para essa tarefa também estão convocados os árabes imigrantes e os filhos de árabes no Brasil, bem como outros grupos de estrangeiros (africanos, persas, etc.). Porém, deve ficar claro, desde o começo, que o foco não é viabilizar uma religiosidade de gueto, mas dar vazão ao espírito universal do Islam, construindo um diálogo com outros grupos religiosos e resgatando e aprofundando as raízes no Brasil. Bin Laden e Obama em nada colaboram com esse projeto. Ver mais