Eu queria te escrever.
Te falar tudo aquilo que não falei.
Te dizer o que mudou na minha vida.
Te contar que tapete felpudo e fedido pode ser uma experiência avassaladora.
Te confessar que, às vezes, a memória nos prega peças. E almofadas.
Te confundir com outro e depois te achar novamente.
Te lembrar que taxistas insones aguardam e guardam grandes desfechos .
Quebrar janelas e paradigmas, quebrar as regras e a certeza alheia.
Confundir as pessoas, ser aquilo que não se é sem fazer esforço.
Voltar e ser aquilo que realmente era e encantar a todos.
Te dizer que eu dançava para você. Com você. Em você.
Andar com o coletivo, mesclar a multidão e te achar em meio a uma melodia.
Amargurar escolhas, travestir outra pessoa e fantasiar outro final.
Te falar das tuas previsões, dos acertos e desencontros.
Te contar que queimei um lugar banhado de lágrimas.
Que naquela cama ninguém mais dormiu.
Te dizer tantas coisa que não foram ditas.
Como o medo que eu senti e o conforto em tuas mãos.
Que a acidez de uma rainha foi diluída em álcool.
Que eu durmo nos teus sonhos.
Te falar que eu era realmente eu.
Te falar tudo aquilo que não falei.
Te dizer o que mudou na minha vida.
Te contar que tapete felpudo e fedido pode ser uma experiência avassaladora.
Te confessar que, às vezes, a memória nos prega peças. E almofadas.
Te confundir com outro e depois te achar novamente.
Te lembrar que taxistas insones aguardam e guardam grandes desfechos .
Quebrar janelas e paradigmas, quebrar as regras e a certeza alheia.
Confundir as pessoas, ser aquilo que não se é sem fazer esforço.
Voltar e ser aquilo que realmente era e encantar a todos.
Te dizer que eu dançava para você. Com você. Em você.
Andar com o coletivo, mesclar a multidão e te achar em meio a uma melodia.
Amargurar escolhas, travestir outra pessoa e fantasiar outro final.
Te falar das tuas previsões, dos acertos e desencontros.
Te contar que queimei um lugar banhado de lágrimas.
Que naquela cama ninguém mais dormiu.
Te dizer tantas coisa que não foram ditas.
Como o medo que eu senti e o conforto em tuas mãos.
Que a acidez de uma rainha foi diluída em álcool.
Que eu durmo nos teus sonhos.
Te falar que eu era realmente eu.
23/05/2014-Novo Hamburgo