Você não é a minha terceira nem a segunda
alternativa. Você é a minha escolha. E amanhã, quando acordar, eu vou te
escolher de novo."
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
TODOS NÓS NECESSITAMOS DE...
"Uma borracha, para apagar de nossa história tudo que nos desagrada;
Um sabonete, para retirar as marcas das máscaras que usamos no dia-a-dia;
Uma tesoura, para cortar tudo aquilo que nos impede de crescer;
Um pássaro, que nos ensine a voar alto e cantar com liberdade;
Um jarro, para conservar o carinho e amadurecer o amor;
Um frasco transparente, para conservar os sorrisos; sem tampa, para escutar o alegre som;
Lentes corretoras da visão da vida, que nos permitam enxergar, com amor, o próximo e a natureza;
Um esquilo, que nos mostre como galgar os ramos da árvore da sabedoria;
Agulhas grandes, para tecer sonhos e ilusões;
Um cofre, para guardar as lembranças construtivas e edificantes;
Um zíper, que permita abrir a mente quando se deseja encontrar
respostas, outro para fechar nossa boca quando for necessário, e outro
para abrir nosso coração;
Um relógio, para mostrar que é sempre hora de amar;
Um rebobinador de filmes, para recordar os momentos felizes de nossas vidas;
Sapatos da moral e da ética, para pisarmos com firmeza e segurança por onde quer que formos;
Uma balança, para pesar tudo que é vivido e experimentado;
Um espelho, para admirar uma das obras mais perfeitas de Deus... Nós mesmos!!!!"
[Autoria Desconhecida]
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
"Não gosto de meias palavras, de gente morna, nem de amar em silêncio,
nem de nada pela metade. Gosto de tudo sem restrições. Sem medo. Sem
frases cortadas. Sem censura. Quer me entender? Não precisa! Quer me
fazer feliz? Me dê um chocolate, um bilhete, algo que você ganhou e não
gostou, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa! Porque tdo
dia é dia de ser criança. E criança não liga pra preço, pra laço de fita
e cartão com relevo. Criança gosta é mesmo de abraço, beijo e surpresa.
E eu – como boa criança que sou – quero mais é rasgar o pacote!"
(Fernanda Mello)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
por Carla Viviane Souza, quinta, 15 de setembro de 2011 às 13:32
"Fizeram
a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a
vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram
que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas
costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce
através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais
agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém..."
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém..."
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
PALAVRA DE MÉDICO-(PUBLICADO JORNAL ZERO HORA DE 03/09/11
SOLIDÃO,ESSA DOENÇA
Numa clínica de dor em Madri,na entrveista de cinco pacientes novos,o coordenador explicou que precisava avaliar o nível de sofrimento do gripo,e pediu que cada um classificasse sua dor,de 1 a 10,sendo 10 a maior dor imaginável.O primeiro nçao deixou por menos:cravou um dez com convicção.O segundo assumiu o mesmo escore,talvez temendo merecer menos atenção.O terceiro paciente,com a imagem da dor estampada,afirmou que na sua escala de sofrimento,17 ficaria bem.O quarto,impressionado com o martírio de seus pares,admitiu que 9 seria provavelmente mais justo.
O último paciente,um pouco envergonhado,referiu que sua graduação era 1.Quando omédico questionou sua presença nessa clínica-já que ele não deveria sentir dor-,ele afirmou:"eu tenho câncer como todos aqui,e como todos aqui,também vou morrer.Acontece que não tenho ninguém para cuidar de mim.Eu sei que isso não tem escore,mas podem acreditar que esta solidão é a pior dor."
O Código Internacional de Doenças(CID),por pura distração,ainda não catalogou a solidão como doença,mas ela é,sem dúvida,a grande enfermidade da sociedade contemporânea.A promiscuidade afetiva da vida moderna e a fantástica capacidade de interação instantânea contribui para a falsa sensação de que não estamos sozinhos.porém,quando uma circunstância especial como a doença restringe a nossa capacidade de comunicação,percebemos que a ilha da fraternidade que construímos com milhões de mensagens e torpedos afetuosos é pura fantasia.
O paciente,fragilizado pela ameaça de morte,sempre buscou na palavra do médico mais do que a promessa de ajuda.Ele quer um compromisso de parceria,admitindo que não ter com quem dividir sofrimento,só faz multiplicá-lo.
Quem trabalha com transplante,por exemplo,descobre no convívio com o desespero levado ao limite,que a disposição para lutar pela vida de pende de uma equação simples:amor para dar/amor para receber.
Os riscos do afeto ultrapassam todas as estimativas de sobrevida porque lhes encanta viver.Por outro lado,é triste flagrar o desinteresse com que os mal amados encaram a perpectiva de batalhar por uma vida que lhes negou a generosa cumplicidade do amor compartilhado.
Certo estava quem escreveu que a maior tragédia do homem é o que morre dentro dele,enquanto ele ainda está vivo.
por José J. Camargo
professor universitário e membro titular da Academia
Nacional de Medicina
Numa clínica de dor em Madri,na entrveista de cinco pacientes novos,o coordenador explicou que precisava avaliar o nível de sofrimento do gripo,e pediu que cada um classificasse sua dor,de 1 a 10,sendo 10 a maior dor imaginável.O primeiro nçao deixou por menos:cravou um dez com convicção.O segundo assumiu o mesmo escore,talvez temendo merecer menos atenção.O terceiro paciente,com a imagem da dor estampada,afirmou que na sua escala de sofrimento,17 ficaria bem.O quarto,impressionado com o martírio de seus pares,admitiu que 9 seria provavelmente mais justo.
O último paciente,um pouco envergonhado,referiu que sua graduação era 1.Quando omédico questionou sua presença nessa clínica-já que ele não deveria sentir dor-,ele afirmou:"eu tenho câncer como todos aqui,e como todos aqui,também vou morrer.Acontece que não tenho ninguém para cuidar de mim.Eu sei que isso não tem escore,mas podem acreditar que esta solidão é a pior dor."
O Código Internacional de Doenças(CID),por pura distração,ainda não catalogou a solidão como doença,mas ela é,sem dúvida,a grande enfermidade da sociedade contemporânea.A promiscuidade afetiva da vida moderna e a fantástica capacidade de interação instantânea contribui para a falsa sensação de que não estamos sozinhos.porém,quando uma circunstância especial como a doença restringe a nossa capacidade de comunicação,percebemos que a ilha da fraternidade que construímos com milhões de mensagens e torpedos afetuosos é pura fantasia.
O paciente,fragilizado pela ameaça de morte,sempre buscou na palavra do médico mais do que a promessa de ajuda.Ele quer um compromisso de parceria,admitindo que não ter com quem dividir sofrimento,só faz multiplicá-lo.
Quem trabalha com transplante,por exemplo,descobre no convívio com o desespero levado ao limite,que a disposição para lutar pela vida de pende de uma equação simples:amor para dar/amor para receber.
Os riscos do afeto ultrapassam todas as estimativas de sobrevida porque lhes encanta viver.Por outro lado,é triste flagrar o desinteresse com que os mal amados encaram a perpectiva de batalhar por uma vida que lhes negou a generosa cumplicidade do amor compartilhado.
Certo estava quem escreveu que a maior tragédia do homem é o que morre dentro dele,enquanto ele ainda está vivo.
por José J. Camargo
professor universitário e membro titular da Academia
Nacional de Medicina
Observe: normalmente, as pessos que reclamam da vida estão bem. Porque quem não está bem, respira fundo, traça o rumo e segue em frente. Não tem tempo para reclamar, porque tem muito a ser feito e, quase sempre, poucas alternativas.
Pense bem antes de reclamar de alguma coisa. No final, tudo se acerta, porque há alguém muito superior que olha por cada um de nós.
Deus é um Pai generoso que não desampara filho algum.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Mensagem que recebi,hoje pela manhã:"Viver é uma aventura,às vezes ganhamos e outras perdemos,existem momentos frustantes e outros felizes...mas eu vivo a vida com grande expectativa,pois ela me dá o privilégio de conhecer pessoas especiais,insubstitíveis e com uma personalidade desenhada por Deus,uma delas é você.....".Quem me enviou foi uma menina linda,que conheci há tempos atrás e com a qual não tenho tido convívio faz tempo.E esse fato reforça ainda mais minha alegria em saber que vale à pena amar as pessoas,que elas não passam na minha vida por acaso,que Deus tem um propósito quanto à isso e a importância de em algum momento,um carinho,um abraço,uma palavra,um sorriso.É isso que me faz bem!
Claudia Farias/29/08/11
Claudia Farias/29/08/11
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
“É preciso que você venha nesse exato momento. Abandone os antes. Chame do que quiser. Mas venha. Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates…Apague minhas interrogações. Por que estamos tão perto e tão longe? Quero acabar com as leis da física,dois corpos ocuparem o mesmo lugar! Não nego...Não sou pedaço. Mas não me basto.”
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Que tal essa!
Tá explicado porque mulher tem horror a barata!
Porque ela detesta tudo que descende desse nome...
Roupa barata, sandália barata, bolsa barata, jóia barata, viagem barata...
Mulher é carente, gosta mesmo é de carinho...
Vestido carinho, sapato carinho, perfume carinho, restaurante carinho, presente carinho...
Roberto André Werle elas tb gostam de pequenas coisas ....um pequeno iate, uma pequena mansão, uma pequena limousine...
Roberto André Werle elas tb gostam de pequenas coisas ....um pequeno iate, uma pequena mansão, uma pequena limousine...
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
ATITUDES
Estava conversando com alguns amigos a respeito de como inúmeras coisas no Brasil estão erradas...saúde, educação, política...aqueles problemas que preocupam a quase todos e seguidamente são temas de debates no nosso dia a dia.
Um deles comentou que os problemas estão aí porque o brasileiro não manifesta, não vai para as ruas protestar como cidadãos de outros países fazem. Perguntei: “e tu, foi bater panela na rua alguma vez?” Então uma terceira pessoa comentou que isso não resolve, que mesmo que nós que estávamos ali discutindo iniciássemos um movimento, pouquíssimas pessoas se juntariam a nós e não chegaríamos a lugar algum.
Fiquei refletindo sobre isso, com tantas pessoas indignadas por aí, será que realmente não conseguiríamos uma mínima mudança?
Pensando, me ocorreu que esta não é exatamente a melhor solução. Me ocorreu que de nada adianta protestarmos contra algo quando não estamos de bem com nós mesmos, ou seja, não temos hoje moral alguma para reivindicar nada.
Explico melhor...na cidade onde moro surgiu agora o que eu chamo de “moda do sinal vermelho”. Toda vez que um sinal fecha para os veículos, é normal estes continuarem passando pela sinaleira. Quando estou dirigindo e sou a primeira na fila de uma sinaleira fechada em um cruzamento, quando se fecha a outra e para mim fica verde, tenho que aguardar pois sempre um ônibus ou uns três ou quatro carros continuam passando. As regras básicas de trânsito não valem mais. A regra agora é “salve-se quem puder, eu to indo e to atrasado”. O trânsito é um dos melhores exemplos de como somos mau educados e egoístas. Ao invés de levantarmos 5 ou 10 minutos mais cedo preferimos sair “atropelando” os outros e xingando todo mundo...e isso já as 7hrs da manhã! Tem pessoas que parecem que tomam uma dose de impaciência e outra de raiva todas as manhãs.
Outro dia estava eu no metrô e um rapaz de uns 25 anos entrou no trem com seu celular na mão e uma música que estava com certeza no volume máximo. A música dizia algo tipo “sou melhor que seu marido”. Além de um mau gosto, péssimo exemplo para as crianças que ali estavam, não sei o que levou ele a acreditar que todas pessoas que ali estavam queriam escutar aquela música. Mesmo que fosse uma música agradável aos ouvidos, eu estava lendo, sem incomodar ninguém, assim como outras pessoas, e uma criatura dessas chega “abalando”. Me pergunto se é ignorância ou pura falta de respeito.
O fato é que em qualquer lugar que você esteja vão ter pessoas passando na sua frente, tentando roubar um lugar na fila, tentando serem sempre as primeiras. Para que? Para chegar em casa a tempo da novela, eu acho.
Breivik (terrorista norueguês) tinha uma certa razão em seu manifesto, onde fala que o problema do Brasil é a miscigenação de raças (não se zangue comigo, primeiro veja onde quero chegar).
Não neste sentido, até porque este conceito de “raça” nem é mais utilizado no campo científico pelo fato de não existir um ser humano geneticamente “original”, somos todos uma “mistura” de vários povos . O fato é que o Brasil tem sim múltiplas culturas e etnias. Isto não seria um problema se não tivéssemos este péssimo hábito de cultuar apenas o nosso passado e esquecermos quem somos hoje.
Não posso falar sobre os outros estados do Brasil, mas no Rio Grande do Sul chega a ser assustador o número de festas que ocorrem por ano em diversas cidades para comemorar a colonização alemã e italiana. Costumes europeus estão impregnados em nossa sociedade, e isto também não seria um problema se não achássemos que os europeus são melhores que nós, como sempre fazemos. Vangloriamos a cultura e a sociedade de países europeus, a inteligência dos japoneses e quanto aos norte-americanos prefiro nem comentar...são tão bons aos nossos olhos que chamamos eles simplesmente de americanos, como se nós não fossemos também americanos...só que do sul.. (aliás, não sei o que aquele povo tem de bom pra querer se espelhar...mas como estudante de história não posso criticar culturas, então finja que não leu esta parte).
Então, festa dos nossos colonizadores...pode escolher o mês, sempre tem uma. Festa para celebrarmos quem somos...de quatro em quatro anos na Copa do Mundo.
Claro que tudo isto tem uma explicação histórica e ainda mais antropológica do porque somos assim. Mas eu não posso aceitar que somos assim por determinados fatores e ponto, não há o que fazer.
Nós podemos sim mudar o Brasil. A mudança começa dentro de nós. Precisamos aprender a sair de manhã e cumprimentar as pessoas, dar lado para o motorista que lhe pede gentilmente passagem, respeitar as leis de convivência em sociedade. Não tentar ganhar dinheiro enganando ou explorando alguém; ou ainda querer mal um colega de trabalho que está hierarquicamente acima, para conseguir seu lugar; quem faz isso não tem moral alguma para falar dos políticos. Ter paciência quando uma senhora idosa estiver demorando para utilizar o único caixa eletrônico disponível, afinal de contas ela não nasceu na “era da internet” e tem dificuldades, assim como você também terá um dia. Lembrar que o meu limite termina quando atinge o limite do outro. O que falta para nós é o sentimento de pertencimento a um lugar. Não digo que temos que colocar a bandeira do Brasil na frente de nossas casas, sou contra “levantar bandeira”. Mas lembrarmos que mais do que um país, somos todos humanos, independente de cor, sexo, posição social. Tenho certeza que se começarmos a mudança a partir de nós mesmos e proporcionando uma boa educação as nossas crianças, daqui alguns anos pelo menos uma mínima mudança vai ter ocorrido, sem nem termos precisado bater panelas...
Raisa Pulz.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Se eu puder caminhar observando a amplidão do horizonte... Não terei pressa, andarei mesmo assim com passos largos... Terei a minha frente o infinito e poderei construir minha passagem... Se eu vejo a amplidão, me vejo sem limites... Não existirá em meu trajeto obstáculos intransponíveis... Mas preciso da amplidão como espelho... Na verdade não quero o fim da caminhada, não quero um objetivo a minha frente como uma marca de chegada... Quero a trilha e dela sentir sede de conquista-la para todo o sempre... - (Ramos)
Às vezes o caminhar é lento, mas o importante é não parar. Mesmo um pequeno progresso é um avanço na direção certa. E qualquer um é capaz de fazer um pequeno progresso. Se você não pode conquistar algo importante hoje, conquiste algo menor... Sim, caminhar é preciso, uma longa jornada rumo ao que Deus me tem pras nossas vidas. Deus é fiel !!! - (Ramos)
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Arvore dos meus AMIGOS
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigos. Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e mãe. Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem. Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros e nos trazem muitas alegrias. Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos pertos. Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra. O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. Mas o que nos deixa mais feliz é que os que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria através das lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho. Desejo a você, folha de, minha árvore. Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade. Hoje e sempre . . . Simplesmente por que: Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida :
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Feliz Dia do Amigo!
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida :
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Feliz Dia do Amigo!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
RETIRADO DO LIVRO “Mulheres de Sucesso Querem Poder... Amar” Não espere dar tudo certo no trabalho para depois procurar um amor. 6 DICAS PARA SE DAR MELHOR NAS RELAÇÕES.... 1. Deixe a capa de supermulher no cabide A primeira atitude proposta no livro ...é que elas abandonem o estilo autossuficiente – do tipo que dá conta do recado sozinha em todas as áreas da vida. “A mulher teve mesmo que chutar a porta para conseguir entrar no mercado de trabalho, mas hoje ela já conquistou muitas vitórias e não precisa mais ser ‘mulher-maravilha’, ela pode agir agora de uma forma mais humana, adulta”, esclarece Joyce, lembrando que não dá para cobrar das relações o mesmo nível de perfeição da vida profissional. O grande risco é enviar sinais aos homens de que eles não são necessários na vida delas. Maria Cristina Pinto Gattai, professora do Departamento de Psicologia Social da PUC de São Paulo, explica que as relações estão passando por um período de transformação, com os homens tendo o seu antigo papel de ‘macho-provedor’ posto em xeque por mulheres cada vez mais independentes. “Essas mudanças de papéis, até da própria imagem da mulher, acaba afastando alguns homens receosos de iniciar qualquer relação”, argumenta. 2. Defina o seu tipo de homem (possível) Para estabelecer um relacionamento saudável também é preciso que a mulher tenha claro qual tipo de homem deseja ter ao seu lado – e que ele seja um ser humano possível. “As mulheres cobram que eles sejam sensíveis, mas também não querem um chorão no travesseiro do lado, com inteligência emocional rasa. Exigem que eles dividam as tarefas, só que rejeitam a ideia de dividir a conta do restaurante e do hotel”, escreve a autora no livro, expondo a eterna contradição feminina. 3. Não deixe a agenda engolir você Parar de se esconder na desculpa da falta de tempo é a proposta da terceira atitude. É preciso que as mulheres avaliem suas vidas e percebam se estão ou não dando espaço para o amor surgir ou se fortalecer. Se a intenção for uma ascensão profissional muito rápida, a vida afetiva pode acabar ficando de lado. É questão de escolher e arcar com as consequências. “Se elas desacelerarem um pouco, talvez acumulem menos status, controle... Mas que tal ganhar mais tempo? A maioria dos estressados não quer entregar nada”, pondera a psicóloga Ana Maria Rossi no livro. 4. Inclua o amor nos seus planos Ainda lindando com a questão do tempo, a quarta atitude propõe que as mulheres incluam o amor nos seus planos profissionais. Não é preciso atingir todas as metas da carreira para só depois desenvolver um relacionamento. Além disso, fazer uma autoavaliação de tempos em tempos pode ser produtivo. “Medir se avançou (e como), analisar sua vida novamente para decidir se seguirá em frente ou corrigirá a rota”, propõe Joyce. Leia mais em Amor e Sexo: Para eles, lingerie sexy é preta GPS do Prazer Masculino Testes revelam características amorosas e sexuais 5. Cultive o desejo “Desculpe desapontá-la, mas acreditar que seu parceiro saberá exatamente como excitá-la é uma ilusão daquelas”, aponta a autora. Segunda ela, é fundamental a mulher expressar ao homem seus desejos e suas vontades sexuais – mas sem bancar a mandona, tem que se entregar também. “Basta que seja mulher, adulta, responsável pelo seu prazer, feminina. No sexo não se manda, simplesmente se entrega ao outro numa via de mão dupla”, sugere a sexóloga Laura Müller numa conversa com a autora. 6. Fortaleça o vínculo com o parceiro A última atitude prega que é preciso reforçar todos os dias a relação para que ela possa aguentar os momentos de crise na vida a dois e profissional. Exercitar a tolerância e não deixar de lado a negociação, o bom senso e a gentileza. Quando os problemas surgirem, nada de assumir o tom acusador. Esfriar a cabeça antes de conversar é sempre a primeira e melhor escolha a ser feita.Ver mais
segunda-feira, 18 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
CASA ARRUMADA Carlos Drummond de Andrade
Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.
DO MUNDO VIRTUAL AO ESPIRITUAL Frei Betto
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Hoje, a palavra é virtualidade.. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...
A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
- "Estou apenas observando
quanta coisa existe de que
não preciso para ser feliz !"segunda-feira, 27 de junho de 2011
"PAI COMEÇA O COMEÇO!"
Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - "pai, começa o começo!". O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, "começar o começo" de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas "tangerinas" são outras. Preciso "descascar" as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para "começar o começo" era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
"Pai, começa o começo!". Ele não só "começará o começo", mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: "Pai, começa o começo!”.
Com carinho!
Veraquarta-feira, 8 de junho de 2011
MARKETING
" Não ao resultado a qualquer custo."
"Marketing deve ser referencia ao passado com foco no futuro."
" Marketing é o pensante.Vendas é o operante."
"Marketing deve ser referencia ao passado com foco no futuro."
" Marketing é o pensante.Vendas é o operante."
ÓDIO
" O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor...Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada."
(Marta Medeiros)
Comentário sobre colocação na coluna de Celia Ribeiro no jornal Zero Hora
Olá Célia,
Na edição de ZH,05/06/11,em sua página,um comentário de Rialda sobre beijos nos cumprimentos.
Concordo com ela,acho que pode até causar constrangimento dependendo da situação e das pessoas.
Gostaria de comentar que observei que na cerimônia de posse de nossa presidente Dilma,ela beijava no rosto de todos quando recebia cumprimentos,achei errado.E ela tem repetido isso,inclusive no cumprimento à chefes de estado.
Posso não estar certa,mas na posição de autoridade máxima de um país e também por ser mulher,esse gesto que passa impressão de maior intimidade,poderia ser evitado.
Qual sua opinião?
Obrigada pela atenção
Claudia Farias
RESPOSTA:
Na edição de ZH,05/06/11,em sua página,um comentário de Rialda sobre beijos nos cumprimentos.
Concordo com ela,acho que pode até causar constrangimento dependendo da situação e das pessoas.
Gostaria de comentar que observei que na cerimônia de posse de nossa presidente Dilma,ela beijava no rosto de todos quando recebia cumprimentos,achei errado.E ela tem repetido isso,inclusive no cumprimento à chefes de estado.
Posso não estar certa,mas na posição de autoridade máxima de um país e também por ser mulher,esse gesto que passa impressão de maior intimidade,poderia ser evitado.
Qual sua opinião?
Obrigada pela atenção
Claudia Farias
RESPOSTA:
Prezada Claudia:
Penso da mesma maneira que você. Fiz até um comentáiro sobre o mau exemplo que a Dilma está dando, por ocasião de sua posse. Volte sempre, me estimula bastante.
Um abraço
Celia
terça-feira, 7 de junho de 2011
EU ESTAVA LÁ!
Empresários de sucesso contam suas estratégias
Presidentes do Grupo RBS, Gerdau e Vonpar palestraram em evento da ADVB-RS
Três grandes empresários com atuação no Rio Grande do Sul lotaram ontem o Teatro do Bourbon Country, na Capital, para mostrar que os conceitos de marketing vão além da publicidade, da embalagem e de estratégias agressivas. Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da Gerdau, Nelson Sirotsky, presidente do Grupo RBS, e Ricardo Vontobel, presidente do Conselho de Administração da Vonpar, brindaram a plateia com ideias como a convicção de que apenas valores arraigados e autênticos produzem resultados.
Convidados do 20º Congresso de Marketing da ADVB-RS, participaram de um talk show comandado pela jornalista Glória Maria, com participação do presidente da entidade, Daniel Santoro. Instigados por perguntas da mediadora e do público, convergiram na certeza de que a verdade é a alma do marketing. Também falaram sobre como o poder público e o terceiro setor podem utilizar suas ferramentas para alcançar os objetivos estratégicos.
ZH DINHEIRO
sexta-feira, 3 de junho de 2011
XX CONGRESSO DE MARKETING ADVB/RS
- Cláudia Farias (CIF 19), Novo Hamburgo - O marketing deve se ajustar na integração das tres gerações:x,y,z,ou seja,na maturidade vivencial da geração x,ao lado da complexa geração y,seguida da genialidade virtual da geração z.Muita criatividade e acompanhamento numa velocidade recorde para permanecer no cenário econômico.
- Eu ganhei!!!!Vou participar do congresso!!!!
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
O PRIMEIRO DA CLASSE (OSVINO TOILLIER)
Não,não estou pensando em abordar o melhor aluno da classe em termos de rendimento escolar.Estou tomando com âncora o título do filme emblemático,em que um diretor teve gesto de comovente humanidade com um aluno deficiente,portador de síndrome desconhecida,chamada Tourette,que o fazia emitir sons desagradáveis e que pertubavam o andamento das aulas.
Encaminhado á direção por um professor,foi convidado pelo diretor a assistir ao concerto da orquestra da escola,emitindo os sons que pertubavam o espetáculo.
No final,convidado pelo diretor para vir ao palco e perguntado pela razão de tais barulhos,respondeu que eram consequência da síndrome,que fazia o cérebro emitir o barulho sem poder controlar.Perguntado pelo diretor o que poderiam fazer por ele,o menino respondeu:"Tratem-me como os demais.Quando me sinto acolhido,atenua-se o efeito da deficiência,de forma a torná-la menos intensa."O auditório,impactado pelo efeito da atitude inusitada do diretor, irrompe aplauso que se transforma em ovação,com todos em pé.
A cena é comovente,porque mostra a sensibilidade de um diretor que se inclina para a criança afetada por um mal terrível,que não tem cura, e o acolhe com todas as limitações.E mais do que isso:coloca-o em igualdade dos demais,retirando-o da condição de deficiência em razão da síndrome.
É disso que precisam pessoas deficientes, em busca de inclusão numa sociedade preconceituosa que discrimina os diferentes:serem aceitos e respeitados como tais.É o mínimo que podemos fazer por questão de humanidade.Incorporá-los em nosso meio,minimizandi-lhes o sofrimento e assegurando-lhes condição de igualdade.
Não há melhor contribuição para essas pessoas do que serem respeitadas em sua diferença e acolhidas como seres normais em meio aos semelhantes.
Encaminhado á direção por um professor,foi convidado pelo diretor a assistir ao concerto da orquestra da escola,emitindo os sons que pertubavam o espetáculo.
No final,convidado pelo diretor para vir ao palco e perguntado pela razão de tais barulhos,respondeu que eram consequência da síndrome,que fazia o cérebro emitir o barulho sem poder controlar.Perguntado pelo diretor o que poderiam fazer por ele,o menino respondeu:"Tratem-me como os demais.Quando me sinto acolhido,atenua-se o efeito da deficiência,de forma a torná-la menos intensa."O auditório,impactado pelo efeito da atitude inusitada do diretor, irrompe aplauso que se transforma em ovação,com todos em pé.
A cena é comovente,porque mostra a sensibilidade de um diretor que se inclina para a criança afetada por um mal terrível,que não tem cura, e o acolhe com todas as limitações.E mais do que isso:coloca-o em igualdade dos demais,retirando-o da condição de deficiência em razão da síndrome.
É disso que precisam pessoas deficientes, em busca de inclusão numa sociedade preconceituosa que discrimina os diferentes:serem aceitos e respeitados como tais.É o mínimo que podemos fazer por questão de humanidade.Incorporá-los em nosso meio,minimizandi-lhes o sofrimento e assegurando-lhes condição de igualdade.
Não há melhor contribuição para essas pessoas do que serem respeitadas em sua diferença e acolhidas como seres normais em meio aos semelhantes.
Acredite em você
O importante não é o que lhe fizeram, mas o que você fizer com o que lhe fizeram. Esta preciosidade foi concebida por cérebro iluminado de Sartre e remete à reflexão sobre a reação diante das circunstâncias da vida que temos de enfrentar. Não há blindagem contra isso. Quando a gente consegue colocar-se acima das reações epidérmicas e mergulhar na essência da vida, talvez consiga libertar-se das amarras que escravizam e nos tornam pesados como as correntes que aprisionam os condenados nas prisões.(Osvino Toiller)
O importante não é o que lhe fizeram, mas o que você fizer com o que lhe fizeram. Esta preciosidade foi concebida por cérebro iluminado de Sartre e remete à reflexão sobre a reação diante das circunstâncias da vida que temos de enfrentar. Não há blindagem contra isso. Quando a gente consegue colocar-se acima das reações epidérmicas e mergulhar na essência da vida, talvez consiga libertar-se das amarras que escravizam e nos tornam pesados como as correntes que aprisionam os condenados nas prisões.(Osvino Toiller)
terça-feira, 31 de maio de 2011
E AGORA?
" Desde pequeno eu via coisas estranhas na TV:
-Tarzan corria pelado.
-Cinderela chegava em casa à meia noite.
-Aladim era ladrão.
-Batman dirigia a 320 km/h
-Pinocchio mentia.
-Salsicha(Scooby-Do)tinha voz de maconheiro,via fantasma e conversava com cachorro.
-Olivia palito tinha bulimia.
-Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão.
Foram os exemplos que eu tive.Agora pedem para eu me comportar? "
-Tarzan corria pelado.
-Cinderela chegava em casa à meia noite.
-Aladim era ladrão.
-Batman dirigia a 320 km/h
-Pinocchio mentia.
-Salsicha(Scooby-Do)tinha voz de maconheiro,via fantasma e conversava com cachorro.
-Olivia palito tinha bulimia.
-Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão.
Foram os exemplos que eu tive.Agora pedem para eu me comportar? "
segunda-feira, 30 de maio de 2011
DESCOMPLICAÇÃO
>> "Viver não é esperar a tempestade passar... é aprender como
> dançar na chuva."
>
> Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma –
> para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de
> hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas:
> descomplicar. Depois de infinitas (e imensas)
> conquistas, acho que está passando da hora de
> aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos
> outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos,
> carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.
> Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para
> chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos –
> e merecemos – ter.
>
>
> Mas há outras palavras que não podem faltar no kit
> existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo.
> Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa
> energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as
> amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão
> bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas.
> Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que
> a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar
> uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já
> nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele.
> Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por
> mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se
> que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o
> celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só
> uma boa amizade consegue proporcionar.
>
>
> E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao
> seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do
> cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar,
> nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana,
> duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e
> a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos
> permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão
> importante, entender melhor os próprios sentimentos,
> reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é
> preciso.
>
>
> Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para
> o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve
> a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e
> amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia
> a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora,
> preste atenção na conversa de duas crianças, marque um
> encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer
> coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura
> nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
>
>
> Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em
> regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias.
> Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro
> feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas
> mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar
> contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando
> para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e
> inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de
> alface e seu chá verde sozinha.
>
>
> Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por
> outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos
> 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar
> roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é
> infinitamente mais importante do que saber se vestir.
> Resgate aquele velho exercício que anda esquecido:
> aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como
> você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila
> do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no
> supermercado, na academia.
>
>
> E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que
> deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar.
> Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de
> semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a
> promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um
> dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está
> beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer
> acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre
> que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos
> relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de
> manobra: use-o para reinventar a si mesma.
>
>
> E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu
> Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres
> interessantes inclui fragilidades, inseguranças,
> limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe
> perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que
> sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de
> sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem
> celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam,
> bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são
> mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como
> imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca
> foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da
> bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão
> sonhada felicidade fica muito mais possível."
(DESCONHEÇO O AUTOR)
>
sábado, 28 de maio de 2011
"Se não quiser adoecer...
...Fale de Seus Sentimentos.
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos “segredos”, nossos erros... O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia!
....Tome Decisões.
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
...Busque Soluções.
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Prefere a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
...Não Viva de Aparências.
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... Uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
...Aceite-se
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
...Confie.
Quem não confia não se comunica não se abre não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
...Não Viva Sempre Triste.
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia!"
...Fale de Seus Sentimentos.
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos “segredos”, nossos erros... O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia!
....Tome Decisões.
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
...Busque Soluções.
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Prefere a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
...Não Viva de Aparências.
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... Uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
...Aceite-se
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
...Confie.
Quem não confia não se comunica não se abre não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
...Não Viva Sempre Triste.
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia!"
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Como estamos na "Era Digital".
Foi necessário rever os velhos ditados existentes, e adaptá-los à nova realidade.
Foi necessário rever os velhos ditados existentes, e adaptá-los à nova realidade.
1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. A arquivo dado não se olha o formato.
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Hacker que ladra, não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
10. Mouse sujo se limpa em casa.
11. Melhor prevenir do que formatar.
12. Quando um não quer, dois não teclam.
13. Quem clica seus males multiplica.
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...
16. Quem não tem banda larga, caça com modem.
17. Quem semeia e-mails, colhe spams.
18. Quem tem dedo vai a Roma.com
19. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
20. Diga-me que computador tens e direi quem és.
21. Uma impressora disse para outra: - Essa folha é sua ou é impressão minha.
22. Aluno de informática não cola, faz backup.
23. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... E depois se cola.
* * *
quarta-feira, 18 de maio de 2011
CALAR OS SABIÁS
Publicado no Jornal NH,de hoje,18/05/11,na coluna de João Carlos Ávila,comentarista político,sobre pedidos absurdos que são feitos á prefeitura:" ...pois pasmem,tem gente querendo calar os sabiás.....Alegam que a cada ano eles cantam mais cedo,impedindo o sono das pessoas.E o mais incrível:as solicitações vêm de diversos bairros da cidade"
MEU COMENTÁRIO:
Numa realidade em que se envenenam nove árvores de 20 anos,para receber autorização de corte;em que crianças são esquecidas no carro ou jogadas de uma janela do alto;em que,seu valor é medido por sua conta bancária e seu novo carro....calar os sabiás meu amigo....não é nada!Por favor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!E o mais incrível que as solicitações vem de mais de um bairro.Não tenho palavras para expressar minha indignação.Uma pessoa que pensa assim,tem pedra no lugar do coração.Vou me calar,ou melhor....será que não seria bom calar o sorriso das crianças....o latido dos cachorros,o miado dos gatos....e o grunhido desses que pensam ser gente,mas nem para animais servem,não são dignos!
MEU COMENTÁRIO:
Numa realidade em que se envenenam nove árvores de 20 anos,para receber autorização de corte;em que crianças são esquecidas no carro ou jogadas de uma janela do alto;em que,seu valor é medido por sua conta bancária e seu novo carro....calar os sabiás meu amigo....não é nada!Por favor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!E o mais incrível que as solicitações vem de mais de um bairro.Não tenho palavras para expressar minha indignação.Uma pessoa que pensa assim,tem pedra no lugar do coração.Vou me calar,ou melhor....será que não seria bom calar o sorriso das crianças....o latido dos cachorros,o miado dos gatos....e o grunhido desses que pensam ser gente,mas nem para animais servem,não são dignos!
terça-feira, 17 de maio de 2011
BREAK PUBLICITÁRIO: A Importância das redes sociais para as marcas
Evento aconteceu hoje,não gostei.
Palestrante despreparado,apresentou vídeos em ingles,sem tradução,para um público que ,com certeza ,tinha um mínimo de pessoas com conhecimento no idioma.
Algumas pessoas podem ter muito conhecimento de um assunto,mas não sabem passar isso para um público ao vivo,falando.Deve existir um respeito com esse público,então,se não sabe palestrar,não palestre,use outra estratégia.
É a minha opinião.
Palestrante despreparado,apresentou vídeos em ingles,sem tradução,para um público que ,com certeza ,tinha um mínimo de pessoas com conhecimento no idioma.
Algumas pessoas podem ter muito conhecimento de um assunto,mas não sabem passar isso para um público ao vivo,falando.Deve existir um respeito com esse público,então,se não sabe palestrar,não palestre,use outra estratégia.
É a minha opinião.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
GRENAL
O jogo foi muito bom,respeito,jogadores mostrando futebol e não só interesse em um título.
Nunca concordei com final de campeonato por penaltis,tem de ganhar no jogo,mas as regras são essas,então,fazer o que!
Parabéns aos jogadores,colorados e gremistas.
Não pude comemorar mais um título,mas comemoro o esporte em si,que foi de nível ontem.
E vamos em frente!
Nunca concordei com final de campeonato por penaltis,tem de ganhar no jogo,mas as regras são essas,então,fazer o que!
Parabéns aos jogadores,colorados e gremistas.
Não pude comemorar mais um título,mas comemoro o esporte em si,que foi de nível ontem.
E vamos em frente!
sábado, 14 de maio de 2011
Você, amigo de si mesmo, por Abrão Slavutzky*
Você, amigo de si mesmo, por Abrão Slavutzky*
De vez em quando, convém parar e perguntar: estamos nos tratando bem?
Acertar a relação consigo mesmo implica aceitar-se, e este é o maior desafio da existência. A tarefa não é fácil pois todos temos conflitos, sintomas e angústias. Menos mal, quando todo este caldeirão pulsional de intensos desejos se manifesta através dos pesadelos, que são formas de aliviar as culpas e as dívidas imaginárias. Despertamos angustiados, mas tudo não passou de um sonho. O terrível é quando ocorre a passagem aos atos auto-destrutivos, que revelam a fragilidade do desamparo.
O desamparo faz parte do cotidiano da psicanálise. Ele é mais intenso nos que se sentem perdedores no competitivo jogo da vida. Um dos caminhos para enfrentá-lo é o masoquismo, no qual quem sofre tem na submissão seu frágil amparo. Então ocorrem os mal tratos, e nem toda a bibliografia de auto-ajuda pode ser útil. Quando tudo isso se apresenta como um obstáculo incontornável, ainda se pode contar com os tratamentos psi, que, se não curam (o que é mesmo a cura?), pelo menos ajudam. Felizmente, há os que conseguem sair da passividade da dor e buscam caminhos criativos, deixando assim de serem sofredores crônicos. Há quem se salve dessa situação porque aprende que vale a pena se associar, casar, estabelecer amizades. Tudo isso é fácil de escrever, mas uma odisséia para atingir.
Sempre é tempo de metamorfose. O importante é não desperdiçar os momentos de liberdade, gozar o entusiasmo de uma mesa compartida, uma caminhada entre árvores, a alegria de um abraço. Tudo pode começar pela diminuição das queixas e pelo aumento da gratidão a todo o trigo que recebemos. Pare de olhar com lente de aumento o joio inevitável que vem junto. Convém não desanimar e ser persistente na busca de como ser amigo de si mesmo. Pois esta aventura vale a pena – uma aventura mais excitante do que conquistar o Everest.
- *Psicanalista
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção! O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção! O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!
AMIZADE
A amizade surge nos mais inesperados momentos....num olhar de curiosidade,num abraço de boas vindas,em palavras proferidas ao acaso ou não.Até no silencio oportuno surge a amizade.
mas em tudo, o que vale mesmo, o que persevera é o olhar, o abraço, a palavra...em todos os momentos da história de uma amizade: nos bons momentos e nos nem tão bons assim.
Se você está hoje,rodeado de amigos,isso não tem preço!
Se está sozinho,há de se perguntar por que?Pois só não tem amigos quem está caminhando sem olhar para os lados de sua vida.
mas em tudo, o que vale mesmo, o que persevera é o olhar, o abraço, a palavra...em todos os momentos da história de uma amizade: nos bons momentos e nos nem tão bons assim.
Se você está hoje,rodeado de amigos,isso não tem preço!
Se está sozinho,há de se perguntar por que?Pois só não tem amigos quem está caminhando sem olhar para os lados de sua vida.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Li em algum lugar e gostei
Fica então o ensinamento de que a dor pode ser inevitável , mas o sofrimento é opcional.(do blog de Paulo Tamburro)
domingo, 8 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
A morte de Osama bin Laden gera indagações e suspeitas. Se o chefe dessa poderosa base planetária de terror, a Al-Qaeda, foi localizado nos mínimos detalhes e estava desarmado no quarto de dormir, por que não foi capturado vivo e içado ao imenso helicóptero que pairou sobre sua casa?
Preso, seria levado a um tribunal internacional e acusado publicamente por seus crimes. Teríamos, então, uma exposição do horror a servir de exemplo para jamais repetir-se.
No século 20, ao julgar os chefes da Alemanha nazista, o Tribunal de Nuremberg fez o genocídio europeu aparecer na profundidade da sua perversão. Em 1945, os russos, norte-americanos e ingleses (vencedores da II Guerra Mundial) poderiam ter eliminado os chefes nazistas e seus asseclas, mas preferiram levá-los à execração da História, antes de exibir suas cabeças numa bandeja.
Em 1960, o grupo do serviço secreto de Israel que localizou Adolf Eichmann, num subúrbio de Buenos Aires, poderia tê-lo eliminado ali mesmo e o mundo entenderia o significado da execução do homem que chefiou o “programa” de Hitler para varrer a “escória judaica da face da Terra”. O mais difícil foi transportar o criminoso, incógnito, a Israel. Era fundamental julgá-lo, porém, dando-lhe até o direito de defesa, para que seu próprio depoimento emoldurasse o crime repugnante e abjeto.
Agora, se capturado vivo, Bin Laden poderia ser julgado até nos EUA, onde não lhe faltam acusações após os atentados de 11 de setembro de 2001. Ele foi morto, porém. Ou, se preferirem, assassinado, junto com uma de suas mulheres. O mundo já não saberá como formou a Al-Qaeda, nem quem o incitou a armá-la com a fanática fúria do fundamentalismo islâmico.
Como nação, os EUA não poderiam se expor a julgá-lo em público. Ele seria um réu perigoso e explosivo. Contaria que a CIA e o Pentágono instruíram, formaram e armaram os grupos de terror com que ele combateu os soviéticos no Afeganistão, nos anos 1980. Assim, ao ser educado pela CIA e conhecer suas artimanhas, ele pôde fugir da própria CIA ao longo de 15 anos, antes ainda dos atentados de 2001.
Com Osama morto, nos privamos de saber de suas antigas intimidades com os EUA, de quando recebia armas sofisticadas do Pentágono. E de como a CIA armou e treinou os fanáticos do Talibã, no Afeganistão, e os ensinou, no poder, a destruir tudo, até monumentos milenares encravados na montanha.
Com Osama morto, não saberemos detalhes de como a família Bin Laden (seus meios-irmãos e primos) mantinha sociedade com George Bush, filho, e o ex-vice-presidente Dick Cheney em milionários negócios de petróleo, mundo afora.
Nem saberemos por que o garoto mimado rebelou-se contra os que o mimavam. Jamais saberemos se, como se diz, após a expulsão soviética do Afeganistão, Osama tentou obter apoio da CIA para derrubar a ditadura da família Saud na Arábia Saudita. E que, como os EUA preferiram seguir com o velho aliado (mesmo corrupto e sanguinário), Osama rompeu com seus protetores em Washington. Nessa época, ele já não era megamilionário e perdera tudo ao ter os olhos postos na derrubada dos Saud na Arábia de igual nome.
Nessa nebulosa, ele foi morto. Na demência do terror islâmico há, na certa, vários Osamas, como na literatura da Inglaterra do século 16 houve vários Shakespeares, diferentes apenas em nuances. Mais difícil, porém, é distinguir bombas do que poemas e, nas ciladas da História, resta indagar, agora, com que pretextos os EUA criarão novos Afeganistãos e novos Iraques.*Jornalista e escritor
Preso, seria levado a um tribunal internacional e acusado publicamente por seus crimes. Teríamos, então, uma exposição do horror a servir de exemplo para jamais repetir-se.
No século 20, ao julgar os chefes da Alemanha nazista, o Tribunal de Nuremberg fez o genocídio europeu aparecer na profundidade da sua perversão. Em 1945, os russos, norte-americanos e ingleses (vencedores da II Guerra Mundial) poderiam ter eliminado os chefes nazistas e seus asseclas, mas preferiram levá-los à execração da História, antes de exibir suas cabeças numa bandeja.
Em 1960, o grupo do serviço secreto de Israel que localizou Adolf Eichmann, num subúrbio de Buenos Aires, poderia tê-lo eliminado ali mesmo e o mundo entenderia o significado da execução do homem que chefiou o “programa” de Hitler para varrer a “escória judaica da face da Terra”. O mais difícil foi transportar o criminoso, incógnito, a Israel. Era fundamental julgá-lo, porém, dando-lhe até o direito de defesa, para que seu próprio depoimento emoldurasse o crime repugnante e abjeto.
Agora, se capturado vivo, Bin Laden poderia ser julgado até nos EUA, onde não lhe faltam acusações após os atentados de 11 de setembro de 2001. Ele foi morto, porém. Ou, se preferirem, assassinado, junto com uma de suas mulheres. O mundo já não saberá como formou a Al-Qaeda, nem quem o incitou a armá-la com a fanática fúria do fundamentalismo islâmico.
Como nação, os EUA não poderiam se expor a julgá-lo em público. Ele seria um réu perigoso e explosivo. Contaria que a CIA e o Pentágono instruíram, formaram e armaram os grupos de terror com que ele combateu os soviéticos no Afeganistão, nos anos 1980. Assim, ao ser educado pela CIA e conhecer suas artimanhas, ele pôde fugir da própria CIA ao longo de 15 anos, antes ainda dos atentados de 2001.
Com Osama morto, nos privamos de saber de suas antigas intimidades com os EUA, de quando recebia armas sofisticadas do Pentágono. E de como a CIA armou e treinou os fanáticos do Talibã, no Afeganistão, e os ensinou, no poder, a destruir tudo, até monumentos milenares encravados na montanha.
Com Osama morto, não saberemos detalhes de como a família Bin Laden (seus meios-irmãos e primos) mantinha sociedade com George Bush, filho, e o ex-vice-presidente Dick Cheney em milionários negócios de petróleo, mundo afora.
Nem saberemos por que o garoto mimado rebelou-se contra os que o mimavam. Jamais saberemos se, como se diz, após a expulsão soviética do Afeganistão, Osama tentou obter apoio da CIA para derrubar a ditadura da família Saud na Arábia Saudita. E que, como os EUA preferiram seguir com o velho aliado (mesmo corrupto e sanguinário), Osama rompeu com seus protetores em Washington. Nessa época, ele já não era megamilionário e perdera tudo ao ter os olhos postos na derrubada dos Saud na Arábia de igual nome.
Nessa nebulosa, ele foi morto. Na demência do terror islâmico há, na certa, vários Osamas, como na literatura da Inglaterra do século 16 houve vários Shakespeares, diferentes apenas em nuances. Mais difícil, porém, é distinguir bombas do que poemas e, nas ciladas da História, resta indagar, agora, com que pretextos os EUA criarão novos Afeganistãos e novos Iraques.*Jornalista e escritor
A derrota do campeão da Civilização
Os Estados Unidos são o auge da Civilização. Em nenhum lugar ou tempo da História, o homem atingiu a sofisticação na defesa dos direitos humanos como nos EUA do século 21. Quando Robespierre, Danton e Marat lideraram a Revolução Francesa e derrubaram a monarquia, os ideais de igualdade, liberdade e fraternidade já guiavam os EUA. Quando o mundo estava indeciso entre o racismo maquiado de darwinismo e a democracia, os Estados Unidos atravessaram o oceano como campeões da liberdade, empurraram os Aliados à vitória na II Guerra e, depois, tomaram a Europa pela mão e a conduziram pelo bom caminho da garantia dos direitos do indivíduo.
É bem verdade, também, que nos Estados Unidos o próprio governo se empenhou em massacrar os índios, que à margem dos lagos do Tennessee foi criada a Ku Klux Klan e que volta e meia algum nerd invade uma escola e fuzila os colegas porque a loirinha chefe de torcida não lhe deu bola, mas o que importa não são as crueldades e as injustiças de uma sociedade, que todas as sociedades têm crueldades e injustiças. O que importa é o quanto a sociedade é hipócrita.
Quanto mais hipocrisia, melhor.
A hipocrisia salva o homem da maioria das iniquidades que o homem gostaria de impingir ao seu próximo. Se uma sociedade tem baixos índices de hipocrisia, ela tem seguramente altos índices de perversidade. Muitos homens gostariam de encerrar suas mulheres em casa e só permitir que saíssem debaixo de um lençol preto. No Ocidente democrático, os homens não admitem isso. São hipócritas, o que é ótimo. Em alguns países do Oriente, eles não apenas admitem como FAZEM isso. São sinceros, o que é péssimo.
No Brasil houve tortura, sabe-se. Isso é péssimo. Mas o governo jamais reconheceu a tortura oficialmente. Isso é ótimo. Se a tortura fosse reconhecida, nem sequer poderia ser recriminada.
O que se poderia dizer do confronto Bin Laden versus EUA? Era o Terror contra uma democracia legítima, o obscurantismo contra as luzes, o fanatismo religioso contra o racionalismo laico. Nenhuma pessoa sensata “torceria” por Bin Laden, portanto. Por ele não torciam nem os países islâmicos que nenhuma simpatia têm pelos Estados Unidos, e a prova disso é que, durante 10 anos, Bin Laden peregrinou pelo Oriente Médio tentando mobilizar as massas para a sua causa. Não conseguiu. Bin Laden, a despeito de ter mudado o mundo com um lance de maligna ousadia, fracassou em quase todos os seus objetivos.
Assim, a captura de Bin Laden pelos EUA deveria mesmo ser motivo de júbilo no Ocidente democrático. Mas a forma como Bin Laden foi capturado... O informante que levou os americanos até ele foi torturado em Guantánamo. Depois disso, forças especiais dos Estados Unidos invadiram o território do Paquistão sem aviso prévio. Finalmente, Bin Laden foi assassinado sem ter sequer uma faca de cozinha para se defender. Todas essas ações foram admitidas pelos americanos, e o resultado delas foi festejado nas ruas. Tortura, invasão, assassinato. Os Estados Unidos não foram hipócritas, dessa vez. Foram bestialmente francos. Isso é o mais preocupante. Quando falta hipocrisia, falta o cimento da Civilização.
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