Não,não estou pensando em abordar o melhor aluno da classe em termos de rendimento escolar.Estou tomando com âncora o título do filme emblemático,em que um diretor teve gesto de comovente humanidade com um aluno deficiente,portador de síndrome desconhecida,chamada Tourette,que o fazia emitir sons desagradáveis e que pertubavam o andamento das aulas.
Encaminhado á direção por um professor,foi convidado pelo diretor a assistir ao concerto da orquestra da escola,emitindo os sons que pertubavam o espetáculo.
No final,convidado pelo diretor para vir ao palco e perguntado pela razão de tais barulhos,respondeu que eram consequência da síndrome,que fazia o cérebro emitir o barulho sem poder controlar.Perguntado pelo diretor o que poderiam fazer por ele,o menino respondeu:"Tratem-me como os demais.Quando me sinto acolhido,atenua-se o efeito da deficiência,de forma a torná-la menos intensa."O auditório,impactado pelo efeito da atitude inusitada do diretor, irrompe aplauso que se transforma em ovação,com todos em pé.
A cena é comovente,porque mostra a sensibilidade de um diretor que se inclina para a criança afetada por um mal terrível,que não tem cura, e o acolhe com todas as limitações.E mais do que isso:coloca-o em igualdade dos demais,retirando-o da condição de deficiência em razão da síndrome.
É disso que precisam pessoas deficientes, em busca de inclusão numa sociedade preconceituosa que discrimina os diferentes:serem aceitos e respeitados como tais.É o mínimo que podemos fazer por questão de humanidade.Incorporá-los em nosso meio,minimizandi-lhes o sofrimento e assegurando-lhes condição de igualdade.
Não há melhor contribuição para essas pessoas do que serem respeitadas em sua diferença e acolhidas como seres normais em meio aos semelhantes.
Encaminhado á direção por um professor,foi convidado pelo diretor a assistir ao concerto da orquestra da escola,emitindo os sons que pertubavam o espetáculo.
No final,convidado pelo diretor para vir ao palco e perguntado pela razão de tais barulhos,respondeu que eram consequência da síndrome,que fazia o cérebro emitir o barulho sem poder controlar.Perguntado pelo diretor o que poderiam fazer por ele,o menino respondeu:"Tratem-me como os demais.Quando me sinto acolhido,atenua-se o efeito da deficiência,de forma a torná-la menos intensa."O auditório,impactado pelo efeito da atitude inusitada do diretor, irrompe aplauso que se transforma em ovação,com todos em pé.
A cena é comovente,porque mostra a sensibilidade de um diretor que se inclina para a criança afetada por um mal terrível,que não tem cura, e o acolhe com todas as limitações.E mais do que isso:coloca-o em igualdade dos demais,retirando-o da condição de deficiência em razão da síndrome.
É disso que precisam pessoas deficientes, em busca de inclusão numa sociedade preconceituosa que discrimina os diferentes:serem aceitos e respeitados como tais.É o mínimo que podemos fazer por questão de humanidade.Incorporá-los em nosso meio,minimizandi-lhes o sofrimento e assegurando-lhes condição de igualdade.
Não há melhor contribuição para essas pessoas do que serem respeitadas em sua diferença e acolhidas como seres normais em meio aos semelhantes.
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