sexta-feira, 19 de outubro de 2012








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Do Blog de Fátima Noronha...muito interessante!

Nenhum outro século foi mais curto do que esse que passou. Alguns historiadores afirmam que o século XX começou na Primeira Grande Guerra, em 1914, e terminou na queda do muro de Berlim, em 1989. Feitas as contas, o século XX durou apenas 75 anos e o século XXI começou 11 anos antes: no dia em que o muro caiu (Eric Hobsbawm).

E começou o novo milênio, estranho, complicado. Muita coisa mudou. Mudou, por exemplo, a noção de tempo. O tempo foi comprimido, uma vez que foi relacionado à tendência de super-acumular bens e acelerar o consumo. Quem vive agora, viu em poucas décadas o tempo se encurtar e se estreitar; e viu tudo isso acontecer de um modo muito rápido, efêmero e sem nenhuma transcendência que explicasse o fenômeno.

O tempo é outro. Se demorar pra decidir, você “dança”. Um segundo pode ser decisivo na vantagem. E os espermatozóides, de alguma forma, já sabiam disso.

É curioso ver como o tempo era medido ou percebido antes. Até o século XIX, as mudanças aconteciam por séculos: havia o século XVIII, depois o século XIX... A partir do século XX, as mudanças passaram a acontecer por décadas: vieram os anos vinte, os anos trinta... Lá pelo meio da década de 80, as mudanças foram percebidas por anos: 1986 foi diferente de 1985, 1997 de 1996, e por aí afora. O século XXI, quando começou, já parecia velho. Tudo muito rápido, volátil, descartável, efêmero, cruel.

É intrigante essa questão do tempo. Numa metrópole, como São Paulo, o tempo se divide em dia e noite. Não existem horas. É de dia e, de repente, já é de noite, sem que se perceba a mudança. Em São José dos Campos, cidade menor, ainda existe manhã, tarde e noite. Na minha cidade, do tamanho de um ovo de codorna, existe duas da tarde, duas e quinze, duas e meia, duas e quarenta e cinco... A cada tantos minutos, o relógio da igreja anuncia, sem pressa, o momento do dia. E você sabe o momento que está vivendo, porque, naquele lugar, as horas têm cores, o tempo e os relógios não têm pressa, o ar tem aroma, e fica a bondosa impressão de que a vida é longa e você vive mais. Ao contrário, onde tudo é muito rápido, a sensação de ter a vida escorrendo pelo vão dos dedos é deveras cruel.

O tempo se encurtou. As distâncias não existem mais. É uma ciranda, só que nada infantil.

Nessa ciranda da concentração financeira, descentralizou-se a produção e os tempos foram reduzidos: o giro nos setores de produção ocasionou a intensificação dos processos de trabalho e a conseqüente aceleração da qualificação e desqualificação da mão-de-obra, necessária ao atendimento das novas necessidades. É assim, ó: hoje, você serve, ta. Amanhã, ficou obsoleto. Daí vieram cursos, workshops, congressos, especializações, mestrados, doutorados, pós-doutorados, pós-pós-doutorados. Cada vez mais de cada vez menos. O sistema gratifica, sim, mas exige e devora. O grande Outro é voraz.

Aceleração na produção acarreta aceleração do consumo, troca de bens, circulação de mercadorias, on line e real time. Se não for assim, não acontece, você ficou defasado, e bye-bye! Não é possível que essa aceleração não influencie, determinantemente, a maneira de ser, pensar e agir do homem contemporâneo.

A primeira conseqüência dessa mudança foi acentuar o caráter volátil e efêmero daquilo que se chama “produto”: as modas, as técnicas de produção, os processos de trabalho, as idéias, ideais e ideologias, os valores e práticas estabelecidos, o chocolate instantâneo, o macarrão pré-cozido, o talher, o copo e o prato. Tudo é descartável. (Se duvidar, até você.) Tudo muda muito, e muito rápido. O homem pós-moderno não acompanha mais as mudanças que ele mesmo criou e incentivou. Seria a história do médico e o monstro? Se for, quem é o médico e quem é o monstro? E a quem essas mudanças interessam?

O mercado financeiro existe a partir de capitais fictícios, voláteis, uma ciranda que resiste ao discurso onipotente dos economistas, e traz cada vez mais à tona uma sensação de embaraçosa e profunda alienação e aleatoriedade. E é sobre esse balão inflado que repousa, não a economia mundial, mas – o que realmente interessa – a vida das pessoas: a sua vida, a minha.

Quem diria que Platão seria tão atual!

Como que saídos da nossa própria caverna vivemos, no dia-a-dia, a ilusão da “Matrix”. Quem sabe, não sejamos mesmo um código num computador? Ou um vírus num organismo maior?

É esse fenômeno que rege a manipulação do gosto, da opinião e do desejo. Quem garante que você realmente gosta de usar a marca que usa? Se você afirmar que foi você mesmo, vou ter de pedir licença para desiludi-lo. Caso você insista em afirmar que todos seus gostos, opiniões e desejos partem (só) de sua autonomia, terei de avisá-lo que isso é uma deliciosa ilusão, mas só uma ilusão. Não é possível, nunca foi possível nem será, em época alguma, sair de debaixo da influência externa. Quem vende mídia, e até quem vende pipoca, sabe disso. E sabe mais: sabe que o que todos querem é preencher uma lacuna interna, o fosso de cada um. “Ao persuadir o outro de que ele tem o que nos pode completar, nós nos garantimos de poder continuar a desconhecer precisamente aquilo que nos falta” (Lacan).

A mídia produz um cortejo de signos a fim de alimentar a insaciável indústria do comércio cultural. Ou da cultura comercial. O resultado dessa inflação dos signos é o esvaziamento dos significados. É nisso que eu queria chegar. Não temos mais símbolos, temos signos. Signos, com cada vez maior pretensão a símbolos, e totalmente vazios de significado. Esses signos, ao invés de remeter-se a um significado maior, atraem o foco para si mesmo. O que sobra é uma sensação de desnorteante e mareado vazio.

Quer um exemplo? Olhe as letras de música do nível mais popular. O que você canta numa frase não faz o menor sentido em relação à outra. Aliás, nem é pra fazer mesmo. É só pra produzir ruído. Está mais para uma forma de esquizofrenia musical, um agregado de significantes indistintos, sem nenhuma relação entre si. E isso produz a alienação total de grupo. É a loucura das grandes massas que cantam juntas, berram juntas, se espremem nos estádios para louvar juntas. Mas com um saldo: ninguém conhece ninguém e nem julga necessário conhecer. O sujeito nem bem saído dali, pode roubar, matar e violentar quem esteve do seu lado, sem que isso represente nada para ele.

Esse é o saldo do anonimato.

Na minha cidade – lembre-se do ovo de codorna – existia o “Manoel da Laura”, que quando a Laura morreu, casou-se com a Maria, mas continuou sendo o “Manoel da Laura”. Porque essa era a sua história e todo mundo sabia e contava e história a gente não muda.

Nas grandes cidades, cada vez mais, ninguém é de ninguém porque ninguém é ninguém. A alienação é o carro-chefe. Os efeitos psíquicos dessa desagregação são desastrosos. A identidade pessoal supõe uma unificação temporal do passado e do futuro, com o presente que tenho diante de mim. O esvaziamento do discurso e da palavra remete à incapacidade de unificar na vida psíquica o passado e o futuro, no presente. Não há mais história pessoal. Não existe mais um sujeito com nome e história, como o “Manoel da Laura”. As pessoas não se olham mais umas às outras. Olham através das outras. E não falam mais nada. Não têm o que dizer. Esperam que se lhes fale, ou que se repita o que elas já sabem ou já ouviram. Mas, se as palavras não operam o sentido e os significantes não montam mais significados, quem poderá compor sua própria biografia? Cadê o “Manoel da Laura”, que já no nome contava a história? E onde ninguém é ninguém, qualquer um estará autorizado a matar por um tênis?

Biografia! Biografia é a salvação. Há pessoas para quem a vida acontece do lado de fora, como se não fosse nem delas nem a delas, como se tivessem perdido a senha de acesso a si mesmo, trancadas do lado de fora, e já não fossem protagonistas de qualquer história, nem da própria. Vazias e áridas, essas pessoas se assemelham a bonecos de corda. Só enquanto dura a corda o movimento continua. Não há vida interior que as anime.

Então, será a solidão o preço da modernidade? Terá a modernidade algum significado? Terá o significado entrado em colapso na modernidade?

O que entrou em colapso foi a cadeia significativa. O significado das coisas, que ontem parecia tão simples, tem falência decretada. Essa situação faz aumentar – mais do que se esperava e devia – os grupos de ajuda gratuita: religiosos, esotéricos, de auto-ajuda, comunidades fechadas, terapêuticas, on line, por e-mail, por telefone, enfim, o vale-tudo. Muito eficientes na intenção. Nem sempre eficazes na execução. Se tudo na vida tem preço, o preço desses grupos parece ser a alienação.

Até que se prove o contrário, quero crer que esses grupos sejam sérios, honestos, e que carregam um caminhão de boa-vontade. Contudo, não espere muito que eles modifiquem a sua orientação básica de funcionamento: alienar para “desalienar”? Ou como já ouvi, prender para libertar? É libertar? Não vem ao caso discutir se essa conduta produz algum resultado e até onde. Na questão em pauta, o que ela não produz é o antídoto para o próprio veneno. Produz cogumelo. E cogumelo só nasce em madeira podre, nunca em madeira de lei.

O que falta é sentido na cadeia significante. O que se vê por aí são grupos gerando uma cadeia significante própria, cujo significado provém deles mesmos, e só faz sentido para eles mesmos e para quem se colocar debaixo deles. Não é raro que se ofereça à venda o que não se pode entregar. Há gurus da produtividade, rentabilidade, afetividade, aproveitamento do tempo e das oportunidades. Há gurus para todo bolso, para todo gosto e todo mau gosto.

Também, não raro que se presencie tamanha movimentação religiosa girando em torno de lideranças personalistas, slogans motivacionais, experiências sensoriais, linguagens corporais e sensações alienantes. Contudo, também é raro encontrar alguma palavra plena que faça e extraia significado da cadeia que ela própria gerou. O orador, pregador ou líder tem sempre de estar fazendo rir ou chorar, sempre provocando alguma sensação, qualquer sensação, qualquer uma, nem que seja uma piada de mau gosto. Da palavra, por si só, não brota mais nada. A palavra virou fruto seco, marcado pela aspermia.

À ética de resultados vinculou-se a ética do mercado. Daí a movimentação, como nunca se viu na história, em todos os campos da atividade humana. Do futebol à arte, da medicina à religião, tudo obedece a projetos de resultado, a leis de mercado e marketing pessoal. Há muito tempo, não se via tanta estratégia maniqueísta, maquiavélica e sensacionalista, promovendo ideais pessoais e particulares, girando estrategicamente em torno daquilo que se costumou chamar de revitalização, em seus múltiplos nomes.

No centro de tudo, a rainha sensação. Se for só a sensação o alvo da busca, que não se queixe quando ela tomar conta da casa e fragmentar o indivíduo. Se só o que conta for a sensação, o signo sem sentido, o símbolo com valor de simulacro, por que as relações têm de valer alguma coisa, além da intensidade do momento? Se o corpo só vale por aquilo que experimenta no momento, e se o momento só tem valor se o corpo chegar ao limite do gozo, e sem fim, por que levar em conta o significado que o transcende? Aliás, às favas com qualquer transcendência! Se, no final, o significante, aleatório e alienante, não produzir nenhum significado, quem se importa? Quem liga pra isso? The show must go on! O Gugu e o Faustão precisam continuar. As pessoas continuarão vazias. Um dia, irão cobrar! Mas, por enquanto, os estádios estão lotados e os palhaços assumem a cena.

Salve-se quem puder!

Freud nos deixou um software esplêndido para entender a alma humana e a vida, enfim. No fascinante universo do pensamento psicanalítico, o primeiro passo é levar a sério o inconsciente. Essa é a porta de entrada de uma construção que já fez 100 anos, enfrentou desafios e nunca buscou resultados imediatos. Porque sabe que o seu trabalho é longo. Tem certeza do que faz. E quem tem certeza, não precisa ter pressa.




















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 Michele Spreng publicou em Classificados.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


  1. VIOLÊNCIA E DROGADIÇÃO:

    Se pensas que não tem nada à ver com isso,que é problema da polícia,do governo,estás muito enganado.
    Está tudo num contexto,a roda vai girando e nós participamos de tudo,até sem se dar conta.
    Cada vez que tu achas legal,comprar um tênis de marca,por um precinho bem legal,sem saber a procedencia....pode ser de alguém que entregou pro traficante em troca de algumas ...
    "pedras".Então....colabora com o tráfico,indiretamente.
    Quando compra um aparelho CD para o carro,ou aquela roda maneira,que sai baratinho,pois não importa de onde vem....fruto de roubo de carro.Então,colabora com os ladrões.
    Quando faz tim tim com seu copo de cerveja na mamadeira de leite de seus filhos(eu já vi isso!),está incentivando uso de bebida,pode não ser alcóolica hoje,mas num breve futuro,pode ser o motivo do acidente de carro sem controle.
    Quando acha graça na exposição pornográfica de certos programas de tv,que degradam a instituição FAMILIA,mostrando que valores como pudor,honestidade,diálogo,fraternidade,não fazem parte mais do ser humano,estás ajudado a não se formar mais opinião crítica para um bom exemplo de ser humano.
    Quando não se interessa pelo que nossos governantes estão fazendo,pelas leis que estão sendo promulgadas,perdes o direito de inquirir,de protestar.
    Somos parte de um todo e assim devemos partir e girar,nessa roda,unidos,bem informados,em busca de soluções e querendo participar de ações,para tornar nossa cidade melhor,nosso país melhor,nosso mundo melhor.
    O Grupo Pensando Novo Hamburgo precisa que tu ajude à pensar Novo Hamburgo.
    Projeto Por um Dezembro de Paz!Participe,faça sua parte,quanto mais ações,mais resultados.
    Na sua casa,no seu bairro,no seu local de trabalho,na sua cidade!
    Abrace essa causa!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

"Quando digo que sou Educadora de Infância, em geral, respondem com um "ah" tão insípido, que gostaria de dizer:
Em que outra profissão poderias pôr laços nos cabelos, fazer penteados inovadores e ver um desfile de moda todas as manhãs?
Onde te diriam todos os dias "És linda!"?
Em que outro trabalho te abraçariam para te dizer o quanto te querem?
Em que outro lado te esquecerias das tuas fraquezas para atenderes tanto a um joelho esfolado e a um coração afligido?
...
Onde receberias mais flores?
Onde mais poderias iniciar na escrita uma mãozinha que, quem sabe, um dia poderá escrever um livro?
Em que outro sitio te faziam um retrato grátis?
Em que outro lugar as tuas palavras causariam tanta admiração?
Em que trabalho te receberiam de braços abertos depois de teres faltado um dia?
Onde poderias assistir, na 1ª fila, à execução de grandes obras de arte?
Onde poderias aprofundar os teus conhecimentos sobre bichos da seda, caracóis, formigas e borboletas?
Em que outro trabalho derramarias lágrimas por ter que terminar um ano de relações tão felizes?
Sinto-me GRANDE trabalhando com PEQUENOS.

Autor Desconhecido"

segunda-feira, 8 de outubro de 2012


"Morrer jovem é como interromper uma música. É como cortar um filme ao meio, rasgar as páginas de um livro pra não se saber o final. É roubar de cena um ator em seu momento mais fantástico, em seu grande ato, sua cena mais brilhante. Porque morrer jovem é injusto. Injusto com as leis da natureza. Injusto com os que partem. Muito mais injusto com os que ficam. Pois saudade é morte lenta, passo-a-passo, emudecida, olhos cerrados, quase sem respirar.

Quem morre jovem não tem o que dizer. Vai calado, sem dizer palavra, num silêncio intrigante. Não tem quase história pra contar, não tem quase passado, não terá futuro. Quem morre jovem, seja qual for a forma, tem morte súbita. Porque é de repente se morrer jovem. Fica aquela sensação de poder ter feito mais. Poder ter dito mais. Aquela frustração de quem perdeu o jogo de sua vi...
da.

Morrer jovem é contabilizar ao contrário. É descontar, é subtrair somente. É contar os abraços que deixou de abraçar, os beijos que não deu, as obras que não realizou, os sonhos que não viveu, a formatura que não aconteceu, o carro que queria e não veio, a namorada que amava demais da conta e que não deu conta de que você se foi. Morrer jovem é mais triste, porque a velhice é o que se espera e a juventude apenas vai acontecendo e a gente sempre se achando bem, se sentindo forte, audaz, capaz, feliz. Quando se morre jovem, se desdiz tudo o que tinha de haver. É a contramão da história. A volta de uma viagem que nem sequer chegou a existir.

Morrer jovem é não ter tempo. Não conseguir conhecer a beleza, não dar satisfação, não explicar, não dar até logo, ir direto ao adeus. Morrer jovem é mal educado, é nem pedir licença para levantar e sair. Morrer jovem é não aparecer no compromisso, é marcar a reunião e não ir. É fazer todo mundo de bobo. Dar um drible nos amigos, nos parentes, no cachorro. Morrer jovem é faltar a tudo que estava na agenda e se perdeu no ar. Morrer jovem é deixar para trás. É uma ida sem volta. Uma deslealdade. É ir a uma guerra e nunca mais voltar. É esperar por quem não vem. Morrer jovem é uma traição da vida em conluio com a morte. É uma armação para desesperar mães. É um desafio. Um fustigo. Morrer jovem é um deboche abominável."

         Dois jovens foram assassinados cruelmente ontem,em Novo Hamburgo,porque o bandido saiu de casa com "vontade de matar".....a pior dor para uma mãe,perder o filho e a forma como aconteceu.
         Será que a mãe do assassino sente dor pelo filho também?

Claudia Farias

terça-feira, 25 de setembro de 2012

EDUCAÇÃO:Ainda muito distante.
Tenho observado em eventos como teatro,seminários,congressos,a falta de educação,não só do público como dos organizadores.Participei de um evento publicitário,onde a grande maioria do público eram jovens universitários,em uma instituição de grande porte e reconhecida.
Pois de início,o palestrante teve de aguardar e atrasar sua palestra,pois que a organização do local não havia aberto as portas para o público previamente,como seria normal e então a fila de entrada estava muito longa,teria de se esperar que entrassem todos.Ok!Mas a consideração que o palestrante teve com esse público não foi recíproca quando ao final,no momento das perguntas do público ao mesmo,a maioria foi se retirando aos poucos,conversando em alto tom,rindo,como se não existisse mais ninguém ali interessado no que estava acontecendo.
Recentemente participei de um evento onde muitas autoridades do Vale dos Sinos estavam presentes,onde ocorreu
 contrário,ou seja,muitos dos convidados chegaram atrasados,o que ocasionou um grande atraso no início previsto.E a consideração com quem chegou na hora?
Neste mesmo evento,houve uma pausa para um cafézinho,avisada pelo organizador de que seria 10 mim.Pois bem,acho que uns 20 mim depois o salão ainda estava praticamente vazio,os organizadores e palestrante esperando pela boa vontade do público voltar.
Podem dizer que sou muito crítica,mas as pessoas não pensam que nos bastidores de um evento,de uma palestra que seja,existe uma organização,existem pessoas se dedicando á dar o melhor de si,com horários e uma vida normal como qualquer outro,assim como um público com pessoas que muitas vezes deixam coisas importantes para estar ali,aprendendo,se informando,participando.
Nos rotulamos como um povo alegre,descontraído,mas muitas vezes isso é confundido com falta de respeito e educação.Ouvi de uma pessoa especializada no assunto,que a droga chamada de heroína,não pegou muito por aqui porque deixa a pessoa triste,isolada,e brasileiro gosta de festa,então tem que ser droga que dê para curtir " muito doido",pasmem!
O exemplo vem dos mais velhos,é o que dizem,então vamos nos esforçar e colocar em prática bons ensinamentos,usar palavras como "obrigado","com licença","por favor",ceder lugar e passagem aos mais velhos e com necessidades especiais,respeitar e ouvir quando uma pessoa fala,saber assistir uma palestra sem perturbar a ordem,o silencio nos momentos certos,respeitar horários de chegada e de saída,são maneiras de mostrar educação e se nos portarmos assim,talvez os jovens e crianças seguam nossos exemplos,compreendendo que por mais globalizado e virtualizado que esteja esse mundo,educação vale muito e faz parte de qualquer convivência,real ou virtual.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Break Publicitário com Pedro Superti(CEO da Dynamo Publicidade Online).Muito bom,aprendi muito,ele foi perfeito na interação com o público.
Lastimo a falta de educação das pessoas,falando e rindo ao invés de ouvir o palestrante e no final,a saída antes do término,no momento das perguntas do público para ele,a saída de muitos fazendo barulho,conversando alto,como se mais ninguém estivesse no palco.
E grande maioria,jovens,que deveriam ficar e procurar saber mais do assunto,pois estão estudando.
Falando nisso,tenho observado muito,nas ruas,nos lugares públicos,a grande falta de educação dos jovens.EDUCAÇÃO começa em casa....o que está acontecendo com os pais então?Tenho receio quando penso que são esses jovens que estarão no controle de tudo,em pouco tempo!
Devemos lidar com as diferenças buscando um aprendizado e treinamento para nos tornarmos pessoalmente melhores.Não conseguimos viver sozinhos,e assim,dia a dia temos de nos esforçar para entender que,a mudança nos faz bem,enfrentar nossos sentimentos fantasmas,nos fortalece.Somos espelho para quem nos cerca.Se estamos bem,fazemos bem.Se estamos mal,os reflexos fazem mal a quem nos cerca e äs vezes
 não nos damos conta dessa responsabilidade.Querer ser melhor e ajudar outros a serem melhores,acho que é um dos sentidos da vida."Quando apontamos o dedo,tres deles se voltam contra nós."E guardar rancor e falsidade,é como tomar um veneno que vai matar aos poucos.Fomos criados com tanta perfeição,não posso acreditar que não seja só para amar.
Dia 20 de Agosto ficou registrado como o Dia da Onça-Pintada na Fazenda San Francisco. Neste dia, mais de 70 pessoas conseguiram avistar, com segurança e respeito ao animal, a onça-pintada conhecida na fazenda pelo nome de Borboleta. Observe na testa dela que tem o desenho de uma borboleta
O primeiro grupo que avistou a Borboleta foi o grupo da Cristur de 38 pessoas que estavam realizando o Passeio de Chalana na Fazenda no período da manha. A onça estava deitada no trapiche da Trilha da Figueira (Foto acima), trilha que faz p
arte do passeio e que neste dia ninguém quis se aventurar em conhecer a figueira. O passeio avistou a onça por mais de 30 minutos e avisou os outros passeios que estavam acontecendo naquele momento. Foi então que todos vieram de encontro e conseguiram avistar. A onça continuava lá...

Com a empolgação dos visitantes, toda a equipe de colaboradores da fazenda ficou animada. Resolvemos então, depois do almoço, levar as cozinheiras, camareiras e atendentes da para ver se davam sorte e conseguiam ver. Para muitos ali seria a primeira vez que avistaram este felino, mesmo morando na região a vida toda (foto acima). Chegamos la e surpresa, a onça continuava lá, deitada bem a vontade. Todos ficaram muito emocionados. Ficamos mais de 20 minutos em silencio observando. Ela fez careta, bocejou, deitou nas patas, olhava para nos, olhava para os jacarés que estavam próximo... muito a vontade

terça-feira, 24 de julho de 2012

É mais ou menos assim:

         Linda-cerveja
         Linda-amigo
         Linda-comidinha da mamãe
         Linda-outras coisas
         Dá para ficar sem a cerveja,por um tempo....sem o amigo,
         Mas sem a comidinha da mamãe....pouco tempo
         Sem a linda ....não mesmo!!!!!
         Rs,rs,rs,rs,rs,rs.....
Tem dia que a gente põe vírgula, Tem dia que colocamos reticências... Tem dia que colocamos ponto final. E tem dia em que temos a necessidade de virar a página.